A Dinastia Rothschild
(Condensado de 'Descent Into Slavery', de Des Griffin, Cap. 5)
Há muitos anos, as palavras banqueiro internacional, Rothschild, dinheiro e ouro, exercem certo tipo místico de fascínio sobre muitas pessoas em todo o mundo.
Ao longo dos anos nos Estados Unidos, os banqueiros internacionais tornaram-se alvos de muitas críticas de uma ampla variedade de indivíduos que ocuparam cargos de alto escalão de fé pública — homens cujas opiniões são dignas de nota e cujas responsabilidades os colocaram em posições em que eles sabiam o que estava acontecendo por trás dos bastidores da política e das altas finanças.
Andrew Jackson, o único dos presidentes americanos cuja administração aboliu totalmente o déficit público, condenava os banqueiros internacionais como um 'ninho de víboras' que ele estava decidido a 'desenraizar' do fulcro da vida americana. Jackson afirmava que se a população compreendesse como essas víboras operavam na cena americana, "haveria uma revolução antes do amanhecer".
O congressista Louis T. McFadden, que por mais de dez anos foi presidente do Comitê dos Bancos e da Moeda, afirmou que os banqueiros internacionais são um "um tenebroso bando de piratas financeiros que cortariam a garganta de um homem para conseguir arrancar um dólar de seu bolso... Eles são predadores do povo destes Estados Unidos."
John F. Hylan, então prefeito de Nova York, disse em 1911 que "a verdadeira ameaça à nossa república é o governo invisível que, como um polvo gigante, lança seus tentáculos por toda nossa cidade, estado e país. E a cabeça é um pequeno grupo de casas bancárias, geralmente referenciadas como 'os banqueiros internacionais'".
Estavam esses personagens importantes corretos em sua avaliação da situação, ou eram vítimas de alguma forma exótica de paranóia?
Vamos examinar a história de forma analítica e não emocional e descobrir os fatos. A verdade, à medida que aparecer, será instrutiva e abrirá os olhos daqueles que estão procurando compreender mais claramente os eventos atordoadores que estão ocorrendo no cenário nacional e internacional.
Um Início Modesto
A Europa, no fim do século XVIII, durante a época da Revolução Americana, era muito diferente daquilo que conhecemos hoje. Ela era composta de diversos reinos grandes e pequenos, ducados e estados que estavam constantemente envolvidos em disputas uns com os outros. A maioria das pessoas estava reduzida ao nível de vilões — sem quaisquer direitos políticos. Os parcos 'privilégios' que eram concedidos a eles por seus 'senhores' podiam ser retirados a qualquer momento.
Foi durante esse período de tempo que um homem jovem apareceu na cena européia e que teria um tremendo impacto no curso futuro da história mundial; seu nome era Mayer Amschel Bauer. Em anos posteriores, seu nome, que ele alterou, tornou-se sinônimo de riqueza, poder e influência. Ele foi o primeiro dos Rothschilds — o primeiro banqueiro verdadeiramente internacional!
Mayer Amschel Bauer nasceu em Frankfurt, na Alemanha, em 1743. Ela era filho de Moisés Amschel Bauer, um ourives itinerante que também emprestava dinheiro a juros que, cansado de suas peregrinações na Europa oriental, decidiu fixar-se na cidade em que seu filho primogênito nasceu. Ele abriu uma loja, ou escritório de contabilidade, na Judenstrasse (a Rua dos Judeus). Do lado de fora da porta da loja ele colocou um Escudo Vermelho bem grande.
Em uma idade precoce, Mayer Amschel Bauer mostrou que possuía imensa capacidade intelectual, e seu pai passava muito tempo ensinando-lhe tudo o que sabia sobre a atividade de emprestar dinheiro, e as lições que ele tinha aprendido de muitas fontes. O velho Bauer originalmente queria que seu filho estudasse para ser um rabino, mas a morte prematura do pai colocou um fim nesses planos.
Alguns anos após a morte de seu pai, Mayer Amschel Bauer foi trabalhar como escriturário em um banco dos Oppenheimers, em Hannover. Sua capacidade superior foi rapidamente reconhecida e seus progressos na firma foram rápidos. Ele recebeu uma participação minoritária.
Pouco tempo depois ele retornou a Frankfurt, onde conseguiu comprar o negócio que seu pai tinha aberto em 1750. O grande Escudo Vermelho ainda estava sendo exibido na porta. Reconhecendo o verdadeiro significado do Escudo Vermelho (seu pai tinha adotado esse emblema da Bandeira Vermelha, que era o emblema dos judeus de mente revolucionária na Europa Oriental), Mayer Amschel Bauer alterou seu nome para Rothschild; desse modo a Casa de Rothschild passou a existir.
A base para uma vasta acumulação de riqueza foi lançada durante os anos 1760 quando Amschel Rothschild renovou sua amizade com o general Von Estorff, para quem ele realizava alguns serviços enquanto trabalhava no banco Oppenheimer.
Quando Rothschild descobriu que o general, que era agora um adido na corte do príncipe Guilherme de Hanau, estava interessado em moedas raras, decidiu tirar proveito da situação. Oferecendo moedas valiosas e jóias por um bom desconto, ele logo caiu nas graças do general e de outros membros influentes da corte.Um dia ele foi levado à presença do próprio príncipe Guilherme. Sua alteza comprou algumas de suas moedas e medalhas raras. Essa foi a primeira transação entre um Rothschild e um chefe de estado. Em breve, Rothschild começou a fazer negócios com outros príncipes.
Não muito tempo depois, Rothschild tentou outro plano para garantir sua entrada diante de vários príncipes locais — e para levar adiante seus próprios objetivos! Ele escreveu cartas bajulando as vaidades dos príncipes, ao mesmo tempo em que pedia o patrocínio deles. Uma típica carta dizia mais ou menos assim:
"Tem sido uma alta distinção para mim poder servir Sua Serena Alteza em várias ocasiões e para sua graciosíssima satisfação. Coloco-me à sua disposição para oferecer todas as minhas energias e toda minha fortuna para servir ao Sereno Príncipe sempre que desejar no futuro. Um incentivo especialmente importante para esse fim seria se sua Serena Alteza me distinguisse com uma indicação como um dos fornecedores da corte de Sua Alteza. É com ousadia que faço esse pedido, tendo porém certeza que com isso não estou causando nenhum problema; ao mesmo tempo, para mim tal distinção elevaria minha posição comercial e seria útil de muitas outras formas, que certamente abrirão meus caminhos e garantirão meu sucesso aqui na cidade de Frankfurt."
Suas táticas funcionaram. Em 21 de setembro de 1769, Rothschild pôde afixar uma placa com o brasão de Hess-Hanau na frente de sua loja. Em letras douradas, a placa dizia: "M. A. Rothschild, por designação, fornecedor da corte de sua Serena Alteza, o Príncipe Guilherme de Hanau."
Em 1770, Rothschild casou-se com Gutele Schnaper, que tinha dezessete anos. Eles tiveram uma grande família, consistindo de cinco filhos e cinco filhas. Os filhos eram Amschel, Salomão, Natã, Kalmann (Carlos) e Jacó (ou Jaime).
A história registra que Guilherme de Hanau, "cujo brasão tinha sido famoso na Alemanha desde a Idade Média", era um negociante de carne humana. Por um preço, o príncipe, que tinha ótimas relações com várias famílias reais da Europa, alugava tropas de mercenários para qualquer país. Seu melhor cliente era o governo britânico, que queria tropas para projetos como tentar manter os colonos americanos na linha.
Ele se saia excepcionalmente bem em seu negócio de aluguel de tropas. Quando morreu, deixou a maior fortuna já acumulada na Europa naquele tempo, $ 200.000.000. O biógrafo de Rothschild, Frederick Morton, descreve Guilherme como "o tubarão de empréstimo de sangue azul mais frio da Europa". (The Rothschilds, Fawcett Crest, 1961, pág. 40).
Rothschild tornou-se um agente para esse negociante de 'gado humano'. Ele deve ter trabalhado diligentemente em seu novo cargo de responsabilidade porque, quando Guilherme foi forçado a fugir para a Dinamarca, deixou 600.000 libras (avaliadas então em $ 3.000.000) sob a custódia de Rothschild.
De acordo com o falecido comandante William Guy Carr, que foi um oficial da Inteligência da Marinha Real Canadense, e que teve excelentes contatos nos círculos de inteligência em todo o mundo, o fundador da Casa de Rothschild traçou os planos para a criação dos Illuminati e depois confiou a Adam Weishaupt a organização e o desenvolvimento.
Sir Walter Scott, no segundo volume de A Vida de Napoleão, diz que a Revolução Francesa foi planejada pelos Illuminati e foi financiada por banqueiros europeus. É muitíssimo interessante que esse livro (que este autor já leu) é o único de Walter Scott que não aparece sob seu nome em qualquer das obras de referência 'autorizativas'. Ele é agora um livro 'não existente'!
Mais Fatos "Típicos do Mundo dos Negócios"
Para um relato do que aconteceu em seguida, voltemos-nos para a Jewish Encyclopedia, edição de 1905, vol. 10, pág. 494: "De acordo com a lenda, esse dinheiro foi escondido em tonéis de vinho e, escapando da busca dos soldados de Napoleão quando eles entraram em Frankfurt, foi restaurado intacto nos mesmos tonéis em 1814, quando o príncipe eleitor retornou para seu território. Os fatos são um pouco menos românticos e mais típicos do mundo dos negócios."
Preste atenção particularmente às últimas palavras, pois elas estão repletas de significado. Aqui, uma importante autoridade judaica diz o que Rothschild realmente fez com os $ 3.000.000 foi "mais típico do mundo dos negócios", a partir de um ponto de vista judaico, do que foi dito na lenda.
A verdade da matéria é que Rothschild embolsou o dinheiro do príncipe Guilherme. Mas mesmo antes de o dinheiro chegar a Rothschild, ele não era limpo (não era 'kosher'). A vasta soma tinha sido paga a Guilherme de Hess pelo governo britânico pelos serviços de seus soldados. O dinheiro foi originalmente embolsado por Guilherme de suas tropas, que tinham legalmente o direito de receberem aquele pagamento.
Com o dinheiro duas vezes embolsado como um sólido alicerce, Mayer Amschel Rothschild decidiu expandir vastamente suas operações — e tornar-se o primeiro banqueiro internacional.
Alguns anos antes, Rothschild tinha enviado seu filho Natã à Inglaterra para cuidar dos negócios da família naquele país. Após uma breve estadia em Manchester, onde operou como negociante, Natã, seguindo as instruções de seu pai, mudou-se para Londres e estabeleceu-se como um banqueiro mercantil. Para iniciar as operações, Rothschild deu a seu filho os três milhões de dólares que embolsara de Guilherme de Hess.
A Jewish Encyclopedia de 1905 nos diz que Natã investiu o saque em "ouro da companhia Índias Orientais, sabendo que ele seria necessário para a campanha de Wellington na península." Com o dinheiro roubado, Natã fez "não menos do que quatro lucros: (1) Na venda do papel de Wellington (que ele comprou pela metade do preço e recebeu pelo valor integral; (2) na venda de ouro a Wellington; (3) na recompra; e (4) ao encaminhá-lo a Portugal. Este foi o início das grandes fortunas da casa." (pág. 494).
Sim, a Jewish Encyclopedia afirma que a grande fortuna acumulada pelos Rothschilds ao longo dos anos foi baseada no método da fraude "típico dos negócios".
Com sua imensa acumulação de ganhos mal-adquiridos, a família estabeleceu filiais da Casa de Rothschild em Berlin, Viena, Paris e Nápoles. Rothschild colocou um filho a cargo de cada filial. Amschel foi colocado sob a responsabilidade da filial de Berlin; Salomão ficou responsável pela filial de Viena; Jacó (Jaime) foi para Paris, e Kalmann (Carlos) abriu o banco Rothschild em Nápoles. A sede da Casa de Rothschild estava, e está, em Londres.
Natã
Um contemporâneo anônimo descreveu Natã Rothschild quando ele se apoiava no 'Pilar do Rothschild' na Bolsa de Valores de Londres, com suas mãos pesadas nos bolsos e começava a liberar uma silenciosa, impassível e implacável esperteza.
"Os olhos são geralmente chamados de janelas da alma. Mas no caso de Rothschild, você concluiria que as janelas são falsas, ou que não há uma alma para ver dentro daqueles olhos. Não sai nem um filete de luz do interior, nem há um brilho que venha sem ser refletido em qualquer direção. O conjunto todo faz você pensar em uma pele vazia, sem conteúdo por dentro, e você fica se perguntando como ele se mantém ereto sem ter algo em seu interior. Após certo tempo outra figura se aproxima. Ele então dá dois passos para o lado e o olhar mais inquisitivo que você já viu, e um olhar mais inquisitivo que você poderia imaginar, sai dos olhos fixos e sem vida, como se ele estivesse tirando uma espada da bainha. O visitante, que parece ter vindo acidentalmente, e não de propósito, pára por apenas um ou dois segundos, no curso dos quais há uma troca de olhares que, embora você não possa traduzir, percebe que devem ser de significado muitíssimo importante. Após isso, os olhos retornam ao estado normal e a figura volta à sua postura de pedra.Durante a manhã diversos visitantes vêm, e todos são recebidos de forma similar e desaparecem também de forma similar. Por último, a própria figura também se vai, deixando você profundamente perplexo. (Frederic Morton, The Rothschilds, pág. 65).
O Testamento de Mayer Amschel
Quando morreu, em 19 de setembro de 1812, o fundador da Casa de Rothschild deixou um testamento que tinha sido redigido apenas alguns dias antes. Nesse testamento, ele definiu regras específicas pelas quais a Casa que trazia seu nome deveria operar nos anos seguintes.
As regras eram as seguintes:
(1) Todos os cargos-chave na Casa de Rothschild deveriam ser ocupados por membros da família, e não por pessoas contratadas. Somente membros da família do sexo masculino teriam a permissão de participar dos negócios.
O filho mais velho do filho mais velho deveria ser o chefe da família, a não ser que a maioria dos demais concordasse de forma contrária. Foi por essa razão excepcional que Natã, que era particularmente brilhante, foi designado como chefe da Casa de Rothschild em 1812.
(2) Os membros da família deveriam se casar com seus próprios primos de primeiro e segundo graus, preservando assim a vasta fortuna. Essa regra foi rigidamente obedecida no início, porém mais tarde, quando outras casas bancárias judaicas entraram em cena, ela foi afrouxada para permitir que alguns dos Rothschilds se casassem com membros seletos da nova elite.
(3) Amschel proibiu seus herdeiros "de forma bem explícita, de em quaisquer circunstâncias permitir que qualquer inventário de meu patrimônio seja tornado público pelas cortes, ou de qualquer outra forma... Também proibiu qualquer ação jurídica e qualquer publicação do valor da herança... Qualquer um que desrespeitar essas prescrições e tomar qualquer tipo de ação que entre em conflito com elas será imediatamente considerado como tendo disputado o testamento, e sofrerá as conseqüências de seu ato."
(4) Rothschild ordenou uma perpétua parceria na família e prescreveu que os membros de sexo feminino da família, seus maridos e filhos receberiam seus juros no patrimônio, sujeitos à administração dos membros masculinos. Eles não teriam parte alguma na administração dos negócios. Qualquer um que disputasses esse esquema perderia seus juros no patrimônio. (Esta última estipulação era especificamente destinada a tapar a boca de qualquer um que porventura viesse a romper com a família. Rothschild obviamente achava que havia muitas coisas debaixo do tapete da família que nunca deveriam ver a luz do dia.).
A poderosa força da Casa de Rothschild estava baseada em diversos fatores importantes:
(A) Um completo segredo resultante do total controle da família de todas as negociações comerciais.
(B) Uma estranha capacidade, pode-se até dizer quase sobrenatural, de ver o que estava à frente e tirar proveito daquilo. Toda a família era impulsionada por um desejo insaciável de acumulação de riquezas e de poder.
(C) Uma total frieza e rudeza em todas as transações comerciais.
O biógrafo Frederic Morton, em The Rothschilds, nos diz que Mayer Amschel Rothschild e seus cinco filhos eram "magos" das finanças, e "calculistas cruéis" que eram motivados por um "impulso demoníaco" para serem bem sucedidos em seus empreendimentos secretos.
Influência do Talmude
A partir da mesma fonte de autoridade, ficamos sabendo que "nas noites de sábado, quando a oração era feita na sinagoga, Mayer convencia o rabino a vir para sua casa. Eles se inclinavam um em direção ao outro no estofado verde, bebendo lentamente um cálice de vinho e discutindo sobre as primeiras e últimas coisas até a madrugada. Até mesmo em dias da semana... Mayer... pegava o grande livro do Talmude e leia porções dele... enquanto toda a família precisava sentar-se e ouvir calada." (pág. 31).
Poderia ser dito dos Rothschilds que "a família que preda unida permanece unida". E eles realmente eram predadores! Morton diz que é difícil para a pessoa mediana "compreender Rothschild e a razão por que ele, tendo tanto, quisesse conquistar mais". Todos os cinco irmãos estavam imbuídos desse mesmo espírito de esperteza e conquista.
Os Rothschilds não formavam nenhuma verdadeira amizade ou aliança. Seus associados eram apenas amizades que eram usadas para ampliar os interesses da Casa de Rothschild, e então lançados na lata de lixo da história quando já tinham servido seus propósitos ou perdido sua utilidade.
A verdade dessa afirmação é demonstrada por outra passagem do livro de Frederic Morton. Ele informa como, em 1805, Napoleão declarou que era "seu objetivo remover a casa de Hess-Cassel do governo e apagá-la da lista das potências."
"Assim, o homem mais poderoso da Europa decretou a destruição da rocha sobre a qual a nova firma dos Rothschilds tinha sido construída. Curiosamente, porém, a excitação não diminuiu na casa do Escudo Vermelho... Os Rothschilds aguardavam sentados, ávidos e impenetráveis, com suas carteiras de investimentos apertadas entre o peito e os braços."Eles não viam paz nem guerra, nem slogans ou manifestos, nem ordens do dia, nem morte, nem glória. Eles não viam nada das coisas que cegavam o mundo. Eles viam somente degraus a galgar. O príncipe Guilherme tinha sido um. Napoleão seria o próximo." (págs. 38-39).
'Curioso'? Não exatamente! A Casa de Rothschild estava ajudando a financiar o ditador francês e, como resultado, tinha livre acesso aos mercados franceses o tempo todo. Alguns anos mais tarde, quando a França e a Inglaterra estavam bloqueando as linhas costeiras uma da outra, os únicos negociantes que tinham a permissão de furar livremente o bloqueio eram — sim, você adivinhou — os Rothschilds. Eles estavam financiando os dois lados!
"A eficiência que energizava os filhos de Mayer produziu uma enorme limpeza econômica da primavera: a remoção fiscal da madeira morta; uma renovação das antigas estruturas de crédito e a invenção de novas estruturas; uma formação — implícita na pura existência de cinco diferentes bancos Rothschilds em cinco países diferentes — canais de dinheiro fresco via câmaras de compensação; um método para substituir a antiga e incômoda remessa de barras de ouro por um sistema internacional de débitos e créditos."
"Uma das principais contribuições foi a nova técnica de Natã para os empréstimos internacionais flutuantes. Ele não estava muito interessado em receber dividendos em todos os tipos de estranhas e inconvenientes moedas.
"Agora Natã atraiu a ele — a mais poderosa fonte de investimento do século dezenove — tornando os bônus estrangeiros pagáveis em libras esterlinas". (pág. 96).
A Batalha de Waterloo
À medida que a riqueza e o poder dos Rothschilds cresceram em tamanho e influência, assim também cresceu a rede de coleta de informações de inteligência. Eles tinham seus 'agentes' posicionados estrategicamente em todas as capitais e centros comerciais da Europa, coletando e desenvolvendo vários tipos de inteligência. Como a maioria dos negócios da família, ela era baseada em uma combinação de trabalho duro com pura esperteza.
O sistema de espionagem singular deles iniciou quando os 'meninos' começaram a enviar mensagens entre si por meio de uma rede de mensageiros. Ele logo se transformou em algo muito mais elaborado, eficiente e de maior alcance. Era uma rede de espionagem por excelência. Sua impressionante velocidade e eficiência deu aos Rothschilds uma clara vantagem em todas suas negociações em nível internacional.
"As carruagens dos Rothschilds percorriam velozmente as estradas; os barcos dos Rothschilds velejavam rapidamente pelo Canal da Mancha; os agentes dos Rothschilds eram sombras rápidas nas ruas. Eles transportavam dinheiro, ações, apólices de seguro, cartas e notícias. Acima de tudo, notícias — as mais recentes notícias exclusivas para serem vigorosamente processadas na Bolsa de Valores e na Bolsa de Mercadorias."E não havia notícia mais preciosa do que o resultado da batalha de Waterloo..." (The Rothschilds, pág. 94).
Da Batalha de Waterloo dependia o futuro do continente europeu. Se o Grande Exército de Napoleão emergisse vitorioso, a França seria a senhora de tudo o que tinha ocupado na frente européia. Se Napoleão fosse esmagado e levado a se submeter, a Inglaterra teria o poder na Europa, e estaria em condições de expandir grandemente sua esfera de influência.
O historiador John Reeves, um partidário de Rothschild, revela em seu livro The Rothschilds: Financial Rulers of the Nations, 1887, pág. 167, que "uma causa do sucesso de Natã foi o segredo com que ele ocultava, e a tortuosa política com a qual enganava aqueles que o observavam bem de perto."
Havia vastas fortunas a serem feitas — e perdidas — dependendo do resultado da Batalha de Waterloo. A Bolsa de Valores em Londres fervilhava, à medida que os operadores aguardavam as notícias do resultado dessa batalha de gigantes. Se a Grã-Bretanha perdesse, os papéis ingleses mergulhariam em uma baixa sem precedentes. Se a Grã-Bretanha fosse vitoriosa, o valor dos papéis rapidamente atingiria as alturas.
À medida que os dois imensos exércitos se aproximavam para a batalha mortal, Natã Rothschild tinha seus agentes trabalhando freneticamente em ambos os lados da linha para coletar as informações mais exatas possíveis durante o transcorrer da batalha. Agentes adicionais dos Rothschilds estavam de plantão para levar os boletins da inteligência para um posto de comando localizado estrategicamente nas imediações.
No fim da tarde de 15 de junho de 1815, um representante dos Rothschilds embarcou em um barco especialmente fretado e partiu apressadamente para o canal, em direção à costa inglesa. Em sua posse estava um relatório confidencial dos agentes do serviço secreto dos Rothschilds sobre o progresso da batalha crucial. Esse dado de inteligência seria indispensável para Natã tomar algumas decisões vitais.
O agente especial foi recebido em Folkstone no amanhecer do dia seguinte pelo próprio Natã Rothschild. Após ler rapidamente os pontos principais do relatório, Rothschild novamente pegou a estrada, indo depressa para Londres e dirigindo-se à Bolsa de Valores.
O Golpe dos Golpes
Chegando à Bolsa de Valores entre uma frenética especulação sobre o resultado da batalha, Natã tomou sua posição habitual ao lado do famoso 'pilar do Rothschild'. Sem qualquer indício de emoção, sem a menor mudança na expressão facial, o chefe da Casa de Rothschild, com sua cara e olhos de pedra deu um sinal predeterminado para seus agentes que estavam posicionados ali por perto.
Os agentes de Rothschild imediatamente começaram a vender os papéis no mercado. À medida que papéis no valor de centenas de milhares de dólares começaram a serem despejados no mercado, o valor deles começou a cair. Pouco tempo depois, o valor começou a afundar.
Natã continuava inclinado contra seu 'pilar'; impassível, sem qualquer expressão facial diferente. Ele continuou a vender, vender e vender. O valor dos papéis continuava caindo. Uma palavra começou a se espalhar pelo pregão da Bolsa de Valores: "Rothschild sabe; Rothschild sabe; Wellington foi derrotado em Waterloo."
A venda se transformou em pânico, à medida que os investidores se apressavam em se desfazer de seus papéis 'sem qualquer valor' e comprar ouro e prata, na esperança de reter pelo menos parte de sua riqueza. Os papéis continuavam em sua queda vertiginosa em direção ao pó. Após várias horas de fervilhante negociação, os papéis estavam em ruínas; sendo vendidos por aproximadamente cinco centavos a cada dólar do valor original.
Natã Rothschild, impassível como sempre, ainda estava inclinado contra seu pilar. Ele continuou a dar sinais sutis. Mas agora os sinais eram outros. Eram tão sutilmente diferentes que somente os agentes altamente treinados de Rothschild podiam detectar a mudança. Ao sinal de seu chefe, dezenas de agentes de Rothschild dirigiram-se aos balcões na Bolsa e compraram todos os papéis por apenas uma fração do valor original deles!
Pouco tempo depois, a notícia 'oficial' chegou à capital britânica. A Inglaterra era agora a mestra da cena européia.
Em segundos, o valor dos papéis disparou para cima do valor original. À medida que o significado da vitória britânica começou a ser compreendido pela consciência popular, o valor dos papéis subiu ainda mais.
Napoleão tinha 'encontrado seu Waterloo'. Natã tinha obtido o controle da economia britânica. Da noite para o dia, sua já vasta fortuna tinha sido multiplicada por vinte.
The Jewish Encyclopedia — Vol. X, 1905 (pág. 494)
Devido à tomada da Holanda em 1803 por Napoleão, os líderes da liga antinapoleônica escolheram Frankfurt como centro financeiro a partir de onde receber as forças da guerra. Após a batalha de Jena em 1806, o landgrave de Hesse-Cassel fugiu para a Dinamarca, onde ainda tinha depositada uma grande parte de sua riqueza por meio de Mayer Amschel Rothschild, deixando nas mãos deste dinheiro e obras de arte no valor de 600.000 libras. De acordo com a lenda, esses foram escondidos em tonéis de vinho e, escapando da busca dos soldados de Napoleão quando eles entraram em Frankfurt, foram restaurados intactos nos mesmos tonéis em 1814, quando o príncipe eleitor retornou para seu território (veja Marbot, Memoirs, 1891, págs. 310-311). Os fatos são um pouco menos românticos e mais típicos do mundo dos negócios. Rothschild, longe de estar em perigo, tinha tão boas relações com o nomeado de Napoleão, o príncipe Dalberg, que foi indicado em 1810 membro do Colégio Eleitoral de Darmstadt. O dinheiro do príncipe eleitor tinha sido enviado para Natã em Londres, que em 1808 o utilizou para comprar 800.000 libras em ouro da Companhia Índias Orientais, sabendo que seria necessário para a campanha peninsular de Wellington. Ele lucrou não menos de quatro vezes com isso: (1) na venda dos papéis de Wellington; (2) na venda do ouro a Wellington; (3) na recompra e (4) ao encaminhá-lo a Portugal. Este foi o início das grandes fortunas da família.
Limpeza na França
Após a fragorosa derrota em Waterloo, os franceses lutaram para se colocar em pé financeiramente outra vez. Em 1817, eles negociaram um empréstimo substancial da prestigiosa casa bancária de Ouvrard e dos bem-conhecidos banqueiros Baring Brothers, de Londres. Os Rothschilds foram deixados de lado.
No ano seguinte, o governo francês precisou novamente de outro empréstimo. Como os títulos emitidos em 1817 com a ajuda dos bancos Ouvrard e Baring Brothers estavam aumentando de valor no mercado de Paris, e em outros centros financeiros europeus, parecia certo que o governo francês continuaria usando os serviços dessas duas distintas casas bancárias.
Os irmãos Rothschild tentaram todos os estratagemas em seu vasto repertório para influenciar o governo francês a lhes entregar o negócio. Os esforços foram em vão.
Os aristocratas franceses, que se orgulhavam de sua elegância e linhagem superior, viam os Rothschilds como meros camponeses, novos-ricos que precisavam ser colocados em seu devido lugar. O fato de os Rothschilds terem vastos recursos financeiros, viverem em casas luxuosas e vestirem-se da forma mais elegante e dispendiosa não impressionava a nobreza francesa, que dava muita importância à origem social das famílias. Os Rothschilds eram vistos como pouco refinados — sem a graça social. Se formos acreditar na maioria dos relatos históricos, a avaliação da primeira geração dos Rothschilds provavelmente era válida.
Uma peça importante do armamento no arsenal dos Rothschilds que os franceses ignoraram ou negligenciaram era a esperteza sem paralelos no uso e na manipulação do dinheiro.
Em 5 de novembro de 1818, algo muito inesperado ocorreu. Após um ano de contínua elevação, o valor dos bônus do tesouro francês começou a declinar. A cada dia o declínio no valor se tornava mais acentuado. Depois de um breve espaço de tempo, outros títulos do governo também começaram a sofrer uma perda do valor.
A atmosfera na corte de Luís XVIII tornou-se tensa. Aristocratas com a cara severa começaram a se preocupar com o futuro do país. Eles esperaram pelo melhor, mas temiam o pior! As únicas pessoas em volta da corte francesa que não estavam profundamente preocupadas eram Jaime e Carlos Rothschild. Eles riam — mas não diziam nada!
Lentamente, uma crescente suspeita começou a se formar na mente de alguns observadores. Poderiam esses irmãos Rothschild serem a causa dos problemas econômicos do país? Poderiam eles ter manipulado secretamente o mercado de títulos e planejado o pânico?
Eles tinham feito exatamente isto! Durante o mês de outubro de 1818, agentes dos Rothschilds, usando os recursos ilimitados de seus mestres, compraram enormes quantidades de títulos do tesouro francês por meio de seus rivais Ouvrard e Baring Brothers. Eles fizeram o valor dos títulos subir de preço. Depois, em 5 de novembro, começaram a despejar os bônus em enormes quantidades no mercado aberto nos principais centros comerciais da Europa, provocando pânico no mercado.
Subitamente, a cena no Palácio de Aix mudou. Os Rothschilds, que estavam paciente e silenciosamente aguardando nas ante-salas, foram levados à presença do rei. Eles eram agora o centro das atenções. As roupas deles eram agora a última moda. "O dinheiro deles era o querido dos melhores tomadores." Os Rothschilds tinham obtido o controle da França... e controle é o nome do jogo!
Benjamin Disraeli, que foi primeiro-ministro britânico, escreveu um livro intitulado Coningsby. A Jewish Encyclopedia, vol. 10, págs. 501, 502 descreve o livro como "um retrato ideal" do Império Rothschild. Disraeli caracterizou Natã (em conjunto com seus quatro irmãos) como "o senhor e mestre dos mercados financeiros do mundo e, é claro, senhor e mestre virtualmente de tudo o mais. Ele literalmente mantinha a receita do governo do sul da Itália sob penhor, e monarcas e ministros de todos os países cortejavam seus conselhos e se deixavam dirigir por suas sugestões."
Tornando sua Presença Inaudível e Invisível
Os golpes financeiros executados pelos Rothschilds na Inglaterra em 1815 e na França três anos mais tarde são apenas dois dos muitos que eles realizaram pelo mundo afora ao longo dos anos.
Entretanto, houve uma grande mudança nas táticas usadas para tosquiar o público de seu dinheiro suado. De serem descaradamente abertos em seu uso e exploração dos povos e países, os Rothschilds se afastaram do foco da atenção pública e agora operam por meio e por trás de uma ampla variedade de frentes.
A abordagem 'moderna' deles é explicada pelo biógrafo Frederic Morton:
"Os Rothschilds gostam de brilhar. Mas para tristeza dos socialmente ambiciosos, os Rothschilds brilham somente em particular, quando estão diante de seus próprios pares."
"Uma predileção deles pelo comportamento reservado e reticente parece ter crescido nas gerações recentes. O fundador da casa impôs esse comportamento um longo tempo atrás; mas alguns de seus filhos, embora invadindo os bastiões mais internos de poder da Europa, puseram suas mãos em todas as armas, incluindo a mais explícita publicidade. Hoje, a família procura tornar sua presença inaudível e invisível. Conseqüentemente, alguns acreditam que pouco restou além de uma grande lenda. E os Rothschilds estão bem contentes em ter a lenda como relações públicas."Embora eles controlem inúmeras corporações industriais, comerciais, empresas de mineração e de turismo, nem uma delas leva o nome Rothschild. Sendo sociedades privadas, as empresas da família não precisam publicar balanços ou qualquer outro relatório de sua condição financeira." (The Rothschilds, págs. 18-19).
Em toda sua longa história, os Rothschilds esforçaram-se para criar uma impressão de que operam dentro da estrutura da 'democracia'. Essa postura é planejada para enganar e levar as pessoas para longe do fato que o objetivo real deles é a eliminação de toda a concorrência e a criação de um monopólio em escala mundial. Escondendo-se atrás de inúmeras 'frentes', eles fazem um trabalho genial de dissimulação.
Os Rothschilds e a América
Seria extraordinariamente ingênuo considerar a possibilidade que uma família tão ambiciosa, tão esperta e de mentalidade tão monopolista quanto os Rothschilds poderiam resistir à tentação de se tornarem fortemente envolvidos na frente norte-americana.
Após sua conquista da Europa no início do século XIX, os Rothschilds lançaram seus olhos cobiçosos na gema mais preciosa de todas — os Estados Unidos.
Os EUA eram singulares na história moderna. Eram o segundo país na história que tinha sido formado com a Bíblia como seu livro da lei. Sua Constituição singularmente magnífica foi especificamente planejada para limitar o poder do governo e manter os cidadãos livres e prósperos. Os cidadãos americanos eram basicamente imigrantes esforçados que 'anelavam respirar o ar da liberdade' e que não pediam nada mais do que a oportunidade de viver e de trabalhar em um ambiente maravilhosamente estimulante.
Os resultados — o 'fruto' — dessa experiência singular foram tão indescritivelmente brilhantes que os EUA tornaram-se uma lenda em todo o mundo. Milhões de pessoas em todos os continentes viam a América como a terra prometida.
Entretanto, os grandes banqueiros na Europa — os Rothschilds e outros — viam os resultados maravilhosos gerados por essa experiência singular de uma perspectiva totalmente diferente; eles a viam como uma grande ameaça para seus planos futuros. O Times de Londres, um jornal do sistema, dizia:
Os Rothschilds e seus amigos enviaram seus cupins financeiros para destruir os EUA por que eles "estavam alcançando uma prosperidade sem precedentes"."Se essa política financeira indisciplinada que teve sua origem na República norte-americana (isto é, dinheiro honesto constitucionalmente autorizado sem dívida), se tornar consolidada de forma permanente, então esse governo fornecerá seu próprio dinheiro sem custo. Ele pagará suas dívidas e ficará sem dívidas (junto aos banqueiros internacionais). Ele alcançará uma prosperidade sem precedentes na história dos governos civilizados do mundo. Os cérebros e a riqueza de todos os países irão para a América do Norte. Esse governo precisa ser destruído, ou destruirá cada uma das monarquias no mundo."
A primeira evidência documentada do envolvimento dos Rothschilds nas questões financeiras dos EUA surgiu no fim dos anos 1820 e início dos anos 1830 quando a família, por meio de seu agente Nicholas Biddie, lutou para derrotar a tentativa de Andrew Jackson de colocar restrições aos banqueiros internacionais. Os Rothschilds perderam a primeira rodada quando em 1832, o presidente Jackson vetou a tentativa de renovar a carta patente do 'Banco dos Estados Unidos' (um banco central controlado pelos banqueiros internacionais). Em 1836 o banco fechou as portas.
O Plano de Destruição
Nos anos após a Independência, um sólido relacionamento comercial tinha se desenvolvido entre a aristocracia produtora de algodão no sul e os fabricantes de algodão na Inglaterra. Os banqueiros europeus decidiram que essa conexão era o calcanhar de Aquiles da América, a porta por meio da qual a jovem República Americana poderia ser atacada e vencida.
The Illustrated University History, 1878, pág. 504, nos diz que os estados do sul estavam repletos de agentes britânicos. Esses agentes conspiraram com políticos locais para trabalhar contra os melhores interesses dos Estados Unidos. Eles cuidadosamente semearam e alimentaram propaganda transformada em rebelião aberta, que resultou na secessão da Carolina do Sul em 29 de dezembro de 1860. Algumas semanas mais tarde, seis estados aderiram à conspiração contra a União e romperam, para formar os Estados Confederados da América, com Jefferson Davies como presidente.
Os conspiradores atacaram exércitos, tomaram fortes, arsenais, a Casa da Moeda, e outras propriedades da União. Até mesmo membros do gabinete do presidente Buchanan conspiraram para destruir a União, danificando o crédito público e trabalhando para levar o país à bancarrota. Buchanan afirmava deplorar a secessão, mas não tomou medidas para impedi-la, até que um navio da Marinha foi atacado por baterias antinavais na costa da Carolina do Sul.
Logo em seguida, Abraham Lincoln tornou-se presidente e foi empossado em 4 de março de 1861. Lincoln imediatamente ordenou um bloqueio aos portos do sul para cortar os suprimentos que chegavam da Europa. A data 'oficial' para o início da Guerra Civil é 12 de abril de 1861, quando o Forte Sumter, na Carolina do Sul, foi bombardeado pelos confederados, mas ela obviamente começou em uma data muito anterior.
Em dezembro de 1861, tropas européias (britânicas, francesas e espanholas) entraram em grande número no México, em desafio à Doutrina Monroe. Isto, junto com a ampla ajuda européia à Confederação indicava fortemente que a Coroa estava se preparando para entrar na guerra. O cenário para o Norte, e o futuro da União, eram realmente muito sombrios.
Nessa hora de crise extrema, o presidente Lincoln apelou para o inimigo perene da Coroa, a Rússia, em busca de ajuda. Quando o envelope que continha o apelo urgente de Lincoln foi entregue ao czar Alexandre II, ele o segurou fechado em suas mãos e disse: "Antes de abrirmos este documento ou de conhecermos seu conteúdo, atendemos a qualquer pedido que ele possa conter."
Sem ser anunciada, uma frota russa, sob o comando do almirante Liviski, entrou no porto de Nova York, em 24 de setembro de 1863, e ancorou ali. A Frota Russa do Pacífico, sob o comando do almirante Popov, chegou a San Francisco em 12 de outubro. Sobre esse ato dos russos, Gideon Wells escreveu: "Eles chegaram quando a maré estava alta do lado da Confederação e baixa no lado do Norte, fazendo a Inglaterra e a França hesitarem tempo o suficiente para virar a maré para o Norte." (Empire of 'The City', pág. 90).
A história revela que os Rothschilds estavam fortemente envolvidos em financiar ambos os lados na Guerra Civil. Lincoln atrapalhou as atividades deles quando, em 1862 e 1863, recusou-se a pagar as taxas de juros exorbitantes exigidas pelos Rothschilds e emitiu, autorizado pela Constituição, títulos do Tesouro sem juros. Por este e por outros atos de patriotismo Lincoln recebeu um tiro a sangue frio de John Wilkes Booth, em 14 de abril de 1865, exatamente cinco dias após o general sulista Robert E. Lee render-se ao general Ulysses Grant, em Appomattox Court House, na Virgínia.
A neta de Booth, Izola Forrester, diz em This One Mad Act que o assassino de Lincoln tinha estado em contato bem próximo com europeus misteriosos antes do assassinato, e tinha feito pelo menos uma viagem à Europa. Após o assassinato, Booth foi colocado em segurança por membros dos Cavaleiros do Círculo Dourado. De acordo com a autora, Booth viveu ainda por muitos anos após seu sumiço.
Os Banqueiros Internacionais Perseguem Seus Objetivos
Não desanimados por seus fracassos iniciais ao tentarem destruir os Estados Unidos, os banqueiros internacionais buscaram seus objetivos com zelo implacável. Entre o fim da Guerra Civil e 1814, seus principais agentes nos Estados Unidos foram Kuhn, Loeb and Company e J. P. Morgan and Company.
Uma breve história de Kuhn, Loeb and Co. apareceu na revista Newsweek de 1 de fevereiro de 1936:
"Abraham Kuhn e Salomon Loeb eram negociantes de produtos gerais de Lafayette, Indiana, em 1850. Como é comum em regiões recém-colonizadas, a maioria das transações era à base de crédito. Eles logo descobriram que eram banqueiros... Em 1867, fundaram Kuhn, Loeb and Co., banqueiros, na cidade de Nova York, aceitando um jovem imigrante alemão, Jacob Schiff, como sócio. O jovem Schiff tinha importantes conexões financeiras na Europa. Após dez anos, com a aposentadoria de Kuhn, Jacob Schiff tornou-se presidente da Kuhn, Loeb and Co. Sob a direção de Schiff, a casa trouxe capital europeu em contato com a indústria americana."
As "importantes conexões de Schiff na Europa" eram os Rothschilds e seus representantes alemães, os M. M. Warburg, de Hamburgo e Amsterdã. Dentro de vinte anos, os Rothschilds, por meio de sua conexão com os Warburg, tinham fornecido o capital que permitiu a John D. Rockefeller expandir grandemente seu império da Standard Oil (companhia petrolífera). Eles também financiaram as atividades de Edward Harriman (estradas de ferro) e Andrew Carnegie (siderurgia).
Na virada para o século XX, os Rothschilds, não satisfeitos com os progressos feitos por suas operações americanas, enviaram um de seus principais especialistas, Paul Moritz Warburg, para Nova York para assumir o controle direto do assalto ao único país que era um verdadeiro campeão da liberdade e da prosperidade individual — os Estados Unidos.
Em uma oitiva no Comitê Sobre Bancos e Moeda do Congresso, em 1913, Warburg revelou que ele era "membro da firma bancária Kuhn, Loeb and Co. Vim a este país em 1902, nasci e fui educado no negócio da atividade bancária em Hamburgo, na Alemanha, e estudei atividade bancária em Londres e Paris, e viajei por todo o mundo..."
No fim dos anos 1800, as pessoas não estudavam atividade bancária em Londres e em todo o mundo a não ser que tivessem uma missão especial a realizar!
No início de 1907, Jacob Schiff, o chefe controlado pelos Rothschilds, da Kuhn, Loeb and Co., em um discurso na Câmara de Comércio de Nova York, advertiu que "a não ser que tenhamos um Banco Central com controle adequado dos recursos de crédito, este país passará pelo mais severo e amplo pânico financeiro na história."
Pouco tempo depois, os EUA mergulharam em uma crise monetária que teve todas as características de um "serviço" habilmente preparado pelos Rothschilds. O pânico que se seguiu minou financeiramente dezenas de milhares de pessoas inocentes em todo o país — e gerou bilhões para a elite bancária. O propósito da "crise" foi duplo:
(1) Fazer um "assassinato" financeiro para os Insiders, e (2) convencer o povo americano da "grande necessidade" de um Banco Central.
Paul Warburg disse ao Comitê de Bancos e Moeda: "No pânico de 1907, a primeira sugestão que fiz foi 'que tenhamos uma Câmara de Compensação Nacional' [um Banco Central]. O Plano Aldrich [para a criação de um Banco Central] contém muitas coisas que são simplesmente regras fundamentais da atividade bancária. O objetivo dos senhores precisa ser o mesmo..."
Mexendo bem no fundo de sua bolsa de práticas enganosas, os banqueiros internacionais tiraram o maior de todos os seus golpes — a criação do Sistema da Reserva Federal, que pertence à iniciativa privada, e que colocou o controle das finanças dos Estados Unidos seguramente nas mãos dos monopolistas do dinheiro ávidos por poder. Paul Warburg tornou-se o primeiro presidente do "Fed"!
O congressista Charles Lindbergh colocou seu dedo firmemente na verdade quando declarou, logo após a Lei da Reserva Federal ter sido aprovada por um Congresso esvaziado, em 23 de dezembro de 1913: "A Lei estabelece o mais gigantesco truste do planeta. Quando o presidente Wilson assinar essa Lei, o governo invisível do poder monetário estará legalizado... O maior crime de todos os tempos será perpetrado por essa lei da moeda e dos bancos."
O Plano Para Conquistar o Mundo
Tendo consolidado seu domínio financeiro sobre a maioria dos países europeus por volta de meados do século XIX, os banqueiros internacionais trabalharam freneticamente para estender sua esfera de influência até os confins da Terra em preparação para o assalto final aos Estados Unidos — um país que, por meio de sua singular Constituição, permanecia livre.
Nas décadas que se seguiram, tornou-se aparente que, de modo a alcançar seu objetivo de domínio mundial, eles teriam de instigar uma série de guerras mundiais que resultariam no nivelamento do velho mundo em preparação para a construção da Nova Ordem Internacional. Esse plano foi delineado de forma explícita por Albert Pike, o Soberano Grande Comandante do Rito Antigo e Aceito da Maçonaria e o iluminista de mais alto nível na América. Em uma carta a Guisseppe Mazzini, datada de 15 de agosto de 1871, Pike afirmou que a Primeira Guerra Mundial deveria ser fomentada de modo a destruir a Rússia czarista e colocar aquele vasto país sob o controle direto de agentes iluministas. A Rússia seria então usada como o bicho-papão para expandir os objetivos dos Illuminati em todo o mundo.
A Segunda Guerra Mundial seria fomentada por meio da manipulação do antagonismo que existia entre os nacionalistas alemães e os sionistas políticos. Isso resultaria em uma expansão da influência russa e o estabelecimento do Estado de Israel no Oriente Médio.
A Terceira Guerra Mundial foi planejada para resultar do antagonismo provocado pelos agentes dos Illuminati entre os sionistas e os árabes. O conflito foi planejado para se alastrar mundialmente. Os Illuminati, dizia a carta, planejavam "lançar os niilistas e os ateístas" e "provocar um formidável cataclismo social que em todo seu horror mostrará claramente para as nações os efeitos do ateísmo absoluto, origem da selvageria e da mais sangrenta agitação. Então, em todo o lugar, os cidadãos, obrigados a se defenderem da minoria mundial dos revolucionários, exterminará esses destruidores da civilização, e a multidão, desiludida com o cristianismo, e cujos espíritos deístas estarão a partir daquele momento sem bússola (sem direção), ansiosas por um ideal, mas sem saber onde depositar sua adoração, receberá a verdadeira luz por meio da manifestação universal da pura doutrina de Lúcifer, trazida finalmente à vista do público, uma manifestação que resultará do movimento reacionário geral que seguirá a destruição do cristianismo e do ateísmo, ambos conquistados e exterminados ao mesmo tempo."
No tempo em que Pike escreveu essas palavras impressionantes existiam cinco diferentes ideologias na cena mundial que estavam envolvidas em uma luta por espaço e poder. Eram elas:
- A ideologia secreta dos banqueiros internacionais, ou os Illuminati, conforme delineada no Quarto Reich dos Ricos. O objetivo deles era a criação de um Governo Mundial Único a ser governado pelos "iluminados" no topo.
- A ideologia "pan-eslava" dos russos, que foi originalmente concebida por Guilherme, o Grande, e exposta em seu testamento. De acordo com A. H. Granger, autor de England World Empire, 1916, pág. 173, essa ideologia propunha a eliminação da Áustria e da Alemanha, depois a conquista da Índia e da Pérsia e termina com estas palavras: "... o que garantirá que a Europa seja subjugada."
- A ideologia da "Ásia para os Asiáticos" conforme exposta pelos japoneses. Propõe uma confederação de nações asiáticas dominadas pelo Japão.
- A ideologia do pangermanismo, que prevê o controle político alemão sobre o continente europeu, liberdade das restrições da Coroa nos altos mares e a adoção de uma política de "portas abertas" no comércio e trocas com o resto do mundo.
- O pan-americanismo, ou a ideologia da "América para os Americanos". Prevê "comércio e amizade com todos, mas alianças com ninguém". O Secretário de Estado Root afirmou em 1906 que, sob essa ideologia, que recebeu expressão na Doutrina Monroe de 1823, estamos "impedidos de compartilhar as responsabilidades, os objetivos e os interesses políticos da Europa, da mesma forma como pela doutrina igualmente potencial, agora com quase um século de idade, as potências européias estão impedidas de compartilharem ou de interferirem nos interesses dos estados soberanos no Hemisfério Ocidental."
Para que os planos da cabala internacional dos banqueiros/Illuminati pudessem frutificar, a Rússia, Alemanha, Japão e os Estados Unidos teriam de ser colocados de joelhos em entrega, pobreza e ignomínia incondicionais.
O plano dos Illuminati para a conquista mundial, referenciado por Albert Pike, foi uma obra-prima diabólica de genialidade luciferiana que tiraria a vida de centenas de milhões de seres humanos e custaria centenas de bilhões de dólares para sua realização.
O plano que os Illuminati conceberam para concretizar seu objetivo de conquista mundial é tão simples quanto eficiente. Ao longo do caminho para o cumprimento do objetivo final esse plano tem sido adaptado pelos banqueiros internacionais e seus camaradas de armas em todo o mundo para amealhar vastas fortunas em patrimônio. Como veremos, a implementação do plano foi tão bem executada que ele freqüentemente recebe o aplauso até mesmo daqueles que estão sendo destruídos. O plano deles pode ser chamado de Renovação Urbana.
Dizem que existem três tipos de pessoas no mundo:
- Aquelas que fazem as coisas acontecer;
- aquelas que observam as coisas acontecerem e
- aquelas que ficam se perguntando o que aconteceu.
A vasta maioria da humanidade encontra-se nas duas últimas categorias. A maioria tem "olhos para ver", mas não enxerga o que está acontecendo. A maioria tem "ouvidos para ouvir", mas não compreende o que está acontecendo — LOCALMENTE, NACIONALMENTE, ou INTERNACIONALMENTE.
Traduzido a partir do original em http://www.biblebelievers.org.au/slavindx.htm
Linha do tempo da família Rothschild
"Apesar de eles controlarem grande parte das corporações industriais, comerciais, mineradoras e turísticas, nenhum leva o nome Rothschild. Sendo sociedades privadas, as famílias nunca precisam, e nunca o fazem, publicar um único balanço geral, ou qualquer outro relatório de sua condição financeira".
1901
Os judeus das colônias na Palestina, criadas por Edmond James de Rothschild,, mandam a ele uma delegação, dizendo:
"Se você deseja salvar o Yishuv (a colônia judaica), primeiro tire as suas mãos dele, e... por uma vez, permita aos colonos a possibilidade de corrigir por si mesmos o que precisa ser corrijido."
Edmond James de Rothschild fica muito irritado com isso e diz:
"Eu criei o Yishuv, eu sozinho. Portanto nenhum homem, nem colonista e nem organização tem o direito de interferir nos meus planos."
O banco dos Rothschild em Frankfurt, na Alemanha, o M. A. von Rothschild und Söhne, fecha porque não há nenhum herdeiro (do sexo masculino) dos Rothschild para ficar com ele.
1902
Philippe de Rothschild nasce.
1905
Um grupo de judeus sionistas, liderados por Georgi Apollonovich Gapon e financiados pelos Rothschild, tentam derrubar o czar da Rússia em um golpe de estado comunista. Eles falham e são forçados a deixar a Rússia para receberem refúgio na Alemanha.
A Enciclopédia Judaica (Vol. 2, p.497) diz:
"É uma sequência curiosa à tentativa de colocar um competidor católico aos Rothschild que, atualmente, estes são os guardiões do tesouro papal."
1906
Os Rothschild dizem que graças à crescente instabilidade na região e a crescente competição por parte da companhia Standard Oil dos Rockefeller (a família Rockefeller são descendentes dos Rothschild por uma linhagem feminina), eles venderam a Companhia do Petróleo dos Mares Cáspio e Negro para a Royal Dutch e a Shell. Esse é outro exemplo dos Rothschild tentando esconder sua verdadeira fortuna.
1907
Rothschild, Jacob Schiff, o líder da Kuhn, Loeb and Co., em uma palestra para a Câmera do Comércio de Nova Iorque, avisa que:
"A menos que tenhamos um Banco Central com controle adequado dos recursos, esse país irá passar pelo mais severo e de longo alcance pânico financeiro da história."
De repente os EUA se encontram no meio de outra comum crise financeira arquitetada pelos Rothschild, que como sempre arrasa a vida de milhões de pessoas inocentes pelo país e lucra milhões para os Rothschild.
1909
Jacob Schiff cria o Avanço Nacional para a Associação de Pessoas de Cor (NAACP). Isso foi feito para incentivar as pessoas negras a tumultuar, roubar e outras formas de desordem, para criar um abismo entre comunidades brancas e negras. O historiador judeu, Howard Sachar, escreve o seguinte no seu livro "Uma História dos Judeus na América":
"Em 1914, o professor Emeritus Joel Spingarn da Universidade de Columbia se tornou presidente da NAACP e recrutou para o seu quadro líderes judeus como Jacob Schiff, Jacob Billikopf e Rabii Stephen Wise."
Outros judeus asquenazim co-fundadores incluíam Juluis Rosenthal, Lillian Wald e Rabii Emil G. Hirsch. Só em 1920 a NAACP nomeou o seu primeiro presidente negro, James Weldon Johnson.
Maurice de Rothschild se casa com a judia asquenazim Noémie Halphen.
1911
Werner Sombart, no seu livro "Os Judeus e o Capitalismo Moderno", que a partir de 1820 há a "Era dos Rothschild", e concluiu que havia "apenas um poder na Europa, e esse poder é os Rothschild."
1912
Na edição de dezembro da revista Truth, George R. Conroy diz o seguinte sobre Jacob Schiff:
"O sr. Schiff é o chefe do grande banco privado de Kuhn, Loeb and Co., que representa os interesses dos Rothschild nesse lado do Atlântico. Ele foi descrito como estrategista financeiro e por anos tem sido o ministro financeiro do grande poder impessoal conhecido como Standard Oil."
Ele tinha relações com os Harrimans, os Goulds, e os Rockefellers, em todos os seus negócios de trilhos de trem, e se tornou o poder dominante no poder financeiro e de trilhos de trem na América."
1913
Em 4 de março, Woodrow Wilson é eleito o 28º presidente dos EUA. Pouco depois de ser inaugurado, ele é visitado na Casa Branca pelo judeu asquenazim Samuel Untermyer, do escritório de advocacia Guggenheim, Untermyer and Marshall, que tenta chantageá-lo pela quantia de $40.000 em relação a um caso que o Wilson teve enquanto era professor na Universidade de Princeton, com a esposa de um professor querido. O presidente Wilson não tem o dinheiro, então o Untermyer se voluntaria a pagar os $40.000 do seu próprio bolso para a mulher com quem Wilson teve o caso, na condição de que o Wilson prometa nomear para a primeira vaga na Suprema Corte dos Estados Unidos uma pessoa a ser recomendada ao presidente Wilson pelo Untermyer. Wilson concorda com isso.
Jacob Schiff cria a Liga de Anti-Difamação (ADL) nos Estados Unidos. Essa organização é formada para caluniar como "antissemita" qualquer um que questione ou desafie a conspiração global dos Rothschild.
Já estranho o bastante, nesse mesmo ano eles criam o último e atual banco central nos Estados Unidos, a Reserva Federal (FED). O congressista Charles Lindbergh, depois de passar o Ato da Reserva Federal em 23 de dezembro, disse:
"O Ato estabelece a maior confiança da Terra. Quando o presidente assinar essa carta, o governo invisível do poder monetário será legalizado... O maior crime de todos os tempos é cometido por esses bancos e a nota de câmbio."
É importante notar que a Reserva Federal é uma companhia privada, não é federal e não tem nenhuma reserva. Se estima conservadoramente que os lucros ultrapassam os $150 bilhões por ano, e a Reserva Federal nunca publicou nada a respeito disso em toda a sua história.
1914
O início da Primeira Guerra Mundial. Nessa guerra, os Rothschild alemães emprestam dinheiro à Alemanha, os Rothschild britânicos emprestam dinheiro à Inglaterra, e os Rothschild franceses emprestam dinheiro à França.
Além disso, os Rothschild têm o controle de três agências européis de notícias: Wolff (desde 1849) na Alemanha, Reuters (desde 1851) na Inglaterra, e Havas (desde 1835) na França.
Os Rothschild usam o Wolff para manipular os alemães a quererem a guerra. Desde mais ou menos esse tempo, os Rothschild raramente são mencionados na mídia, porque eles são donos da mídia.
1916
Em 4 de junho, o judeu asquenazim Louis Dembitz Brandeis é nomeado à Suprema Corte dos Estados Unidos pelo presidente Wilson por causa do dinheiro da chantagem pago por Samuel Untermyer três anos antes. Justice Brandeis também é o líder eleito do Comitê Executivo dos Negócios Sionistas, uma posição que ele possuía desde 1914.
É o meio da Primeira Guerra Mundial. A Alemanha estava ganhando a guerra porque estava sendo mais financiada do que a França, a Itália e a Inglaterra, porque os Rothschild não queriam ajudar o czar da Rússia, e esta estava ao lado da França, da Itália e da Inglaterra.
Então um evento significante aconteceu. A Alemanha, apesar de estar vencendo a guerra e nenhum soldado estrangeiro ter pisado em seu território, ofereceu um cessar fogo à Inglaterra, sem requerimento de reparações. Os Rothschild queriam garantir que isso não aconteceria, pois estavam esperando conseguir muito mais dinheiro dessa guerra, então eles jogaram outra carta que tinham na manga.
Enquanto os ingleses consideravam a oferta da Alemanha, o agente dos Rothschild, Louis Brandeis, envia uma delegação sionista da América à Inglaterra para prometer colocar os Estados Unidos na guerra ao lado da Inglaterra, desde que esta concorde em dar a terra da Palestina aos Rothschild.
Os Rothschild queriam a Palestina pelo seguinte motivo: eles tinham grandes interesses no leste e queriam seu próprio estado naquela área junto com seu próprio exército, que eles poderiam usar para agredir qualquer Estado que ameaçasse seus interesses.
Os britânicos portanto aceitam o acordo pela Palestina, e os sionistas de Londres informaram os sionistas na América desse fato. De repente todos os maiores jornais dos Estados Unidos, que até aquele ponto defendiam a Alemanha, se voltaram contra ela através de propagandas como "Soldados alemães estavam matando enfermeiras da Cruz Vermelha", "Soldados alemães estavam cortando fora as mãos de bebês", etc., para manipular o público dos EUA contra os alemães.
Nesse mesmo ano, o presidente Woodrow Wilson fez uma campanha de reeleição sob o slogan "Reeleja o homem que irá deixar seus filhos fora da guerra".
Em 12 de dezembro, a Alemanha e seus aliados oferecem termos de paz para terminar a guerra.
1917
Como resultado da oferta de paz da Alemanha, a máquina de guerra dos Rothschild chega ao auge na América, espalhando propaganda que leva o presidente Wilson, sob instrução de Louis Dembitz Brandeis, líder sionista americano e do Superior Tribunal de Justiça, a quebrar sua promessa ao eleitorado e colocar os EUA na Primeira Guerra Mundial, em 6 de abril.
Como os sionistas dos Rothschild prometem à Inglaterra colocar os EUA na guerra, eles decidem que querem algo por escrito dos ingleses para provar que eles irão cumprir o seu lado do trato. O secretário estrangeiro britânico, Arthur James Balfour, escreve portanto uma carta comumente conhecida como a "Declaração Balfour", como vemos a seguir:
Caro barão Rothschild,
Tenho o prazer de transmitir-vos em nome do governo de Sua Majestade sua nota de simpatia pelas aspirações judias sionistas apresentadas ao assentimento do gabinete que as aprovou.
O governo de Sua Majestade considera favoravelmente o estabelecimento na Palestina de uma pátria nacional para o povo judeu e empregará todos os seus esforços para facilitar a realização desse objetivo, ficando entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judias na Palestina, assim como com os direitos e o estatuto político dos quais os judeus poderiam usufruir em qualquer outro país.
Ser-vos-ei reconhecido por fazer chegar esta declaração ao conhecimento da organização sionista.
Com minhas sinceras saudações,
Arthur James Balfour
Os Rothschild ordenam, através dos bolcheviques que eles controlam, a execução do czar Nicolau II da Rússia e a sua família inteira, apesar de o czar já ter abdicado em 2 de março. Isso é para conseguir o controle do país, e também é um ato de vingança porque o czar Alexandre I bloqueou o plano do governo mundial deles em 1815 no Congresso de Viena, e porque o czar Alexandre II ficou ao lado do presidente Abraham Lincoln em 1864. É muito importante que eles matem a família inteira, incluindo mulheres e crianças, para cumprir a promessa feita por Nathan Mayer Rothschild em 1815. Isso é criado para mostrar ao mundo o que acontece se eles tentarem ficar no caminho dos Rothschild.
Oscar Callaway, congressista dos EUA, informa ao Congresso que J. P. Morgan é uma frente dos Rothschild e tomou controle da mídia americana. Ele diz:
"Em março de 1915, os negócios do J. P. Morgan, o aço, a construção de navios e a pólvora, e suas organizações subsidiárias, juntaram 12 homens no alto do mundo dos jornais e os contratou para selecionar os jornais mais influentes dos Estados Unidos e um número suficiente deles para controlar de modo geral a posição da imprensa diária...
...Eles acharam que só era necessário comprar o controle de 25 dos grandes jornais... Um acordo foi alcançado. A posição dos jornais foi comprada, para ser paga mensalmente, e um editor foi fornecido a cada jornal para supervisar propriamente e editar informações sobre as questões de preparação, militarismo, políticas financeiras, e outras coisas de natureza nacional e internacional considerada vital aos interesses dos compradores."
1919
Em janeiro, os judeus asquenazim Karl Liebknecht e Rosa Luxemburg são mortos enquanto tentam liderar outro golpe de estado comunista financiado pelos Rothschild, dessa vez em Berlim, na Alemanha.
A conferência de paz de Versalhes é realizada para decidir as reparações que os alemães precisam pagar aos vitoriosos, depois do fim da Primeira Guerra Mundial. Uma delegação de 117 sionistas liderados pelo judeu asquenazim Bernard Baruch chamou a atenção para a questão da promessa da Palestina a eles. Nesse momento, os alemães percebem por que os EUA se voltaram contra eles, e por influência de quem: dos Rothschild.
Os alemães, naturalmente, sentem que foram traídos pelos sionistas. Isso porque, quando os Rothschild fizeram seu acordo com a Inglaterra pela Palestina em troca de colocar os EUA na guerra, a Alemanha era o país mais amigável do mundo com os judeus. De fato, o Decreto Alemão de Emancipação de 1822 garantia aos judeus da Alemanha os mesmos direitos civis dos alemães.
A Alemanha também era o único país da Europa que não pôs restrições aos judeus, até dando refúgio a eles quando tinham que fugir da Rússia depois que sua primeira tentativa de golpe de Estado comunista falhou lá em 1905.
No entanto, os Rothschild mantiveram o seu lado do trato de derramar o sangue de milhões de inocentes, e como resultado a Palestina é confirmada como nação dos judeus e, enquanto a sua entrega aos Rothschild era feita, ela fica sob controle da Inglaterra, como os Rothschild controlam a Inglaterra. Naquele tempo, menos de 1% da população da Palestina era judia. Interessantemente, o anfitrião da conferência de paz de Versalhes foi o seu chefe, Barão Edmond James de Rothschild.
A conferência de paz de Versalhes também é usada como tentativa dos Rothschild criarem um governo mundial sob o pretexto de terminar todas as guerras (que eles criam). Essa foi chamada de "Liga das Nações". Felizmente, nem todos os países aceitaram e ela logo morreu.
Em 29 de março, o The Times of London relata sobre os bolcheviques da Rússia:
"Uma das coisas curiosas do movimento bolchevique é a alta porcentagem de elementos não-russos dentre os líderes. Dos 20 ou 30 comissários, ou líderes, que fornecem a maquinaria central do movimento bolchevique, não menos que 75% são judeus."
É relatado que os Rothschild estavam irritados com os russos porque eles não estavam preparados para permiti-los criar um banco central em sua nação. Portanto eles reúnem grupos de espiões judeus e enviam-nos à Rússia para criar uma revolução para beneficiar o homem comum, que na verdade foi uma tomada da Rússia por uma elite satânica controlada pelos Rothschild.
Esses espiões judeus, na antiga tradição fraudulenta asquenazim, receberam nomes russos. Por exemplo, Trotsky foi um membro do primeiro grupo e seu nome original era Bronstein. Esses grupos foram enviados a lugares por toda a Rússia para criar brigas e rebeliões. A Edição Internacional do The Jewish Post, da semana que acabou em 24 de janeiro de 1991, confirma que Vladimir Lenin era judeu. Lenin também é lembrado como tendo dito:
"O estabelecimento de um banco central é 90% de comunizar uma nação."
Esses bolcheviques judeus e financiados pelos Rohthschild iriam, ao curso da história, matar 60 milhões de cristãos e não-judeus no território controlado pela URSS. De fato, o autor Alexander Soljenítsin, em seu livro "Arquipélago Gulag, Vol. 2", afirma que os judeus sionistas criaram e administraram o sistema organizado soviético de campos de concentração no qual esses milhões de cristãos e não-judeus morreram. Na página 79 desse livro ele até cita os nomes dos administradores da maior máquina de matar na história do mundo. Eles são Aron Solts, Yakov Rappoport, Lazar Kogan, Matvei Berman, Genrikh Yagoda, and Naftaly Frenkel. Todos os seis são judeus sionistas. Em 1970, Soljenítsin iria ganhar o Prêmio Nobel da Literatura.
N. M. Rothschild & Sons recebem o papel permanente de manutenção do preço diário de ouro no mundo. Isso acontece nos escritórios da Cidade de Londres, diariamente às 11:00 (da manhã), e na mesma sala até 2004.
1920
Winston Churchill (cuja mãe, Jenny (Jacobson) Jerome, era judia - significando que ele é judeu sob a lei asquenazim, já que nasceu de uma mãe judia) escreve um artigo no Arauto Ilustrado de Domingo, de 8 de fevereiro:
"Dos dias do líder dos Illuminati, Weishaupt, àqueles de Karl Marx, àqueles de Trotsky, essa conspiração mundial esteve constantemente crescendo.
E agora finalmente esse bando de extraordinárias personalidades do submundo das grandes cidades da Europa e da América agarraram o povo russo pelo cabelo de suas cabeças e se tornaram os mestres indisputáveis daquele enorme império."
1921
Sob ordens de Jacob Schiff, o Concelho de Relações Exteriores (CFR) é fundado pelos judeus asquenazim Bernard Baruch e Coronel Edward Mandell House. Schiff deu suas ordens antes de morrer em 1920, pois ele sabia que uma organização precisava ser criada na América para selecionar políticos para continuar a conspiração dos Rothschild, e a formação do CFR na verdade foi concordada em uma reunião em 30 de maio de 1919 no Hotel Majestic em Paris, França.
A sociedade do CFR no início contava com aproximadamente 1000 pessoas nos Estados Unidos. Essa sociedade incluía os líderes de praticamente todo o império industrial da América, todos os banqueiros internacionais baseados na América, e os líderes de todas as suas fundações livres de taxas. Essencialmente, todas as pessoas que forneceriam o dinheiro necessário para qualquer um que quisesse se candidatar ao congresso, ao senado ou à presidência.
O primeiro trabalho do CFR foi conseguir controle da imprensa. Essa tarefa doi dada a John D. Rockefeller, que criou um número de revistas nacionais de notícias, como a Life e a Time. Ele financiou Samuel Newhouse para comprar e estabelecer uma corrente de jornais por todo o país e também Eugene Meyer, que compraria então várias publicações como o Washington Post, o Newsweek, e o The Weekly Magazine.
O CFR também precisava do controle do rádio, da televisão e da indústria de imagens em movimento. Esse serviço foi dividido entre os banqueiros internacionais de Kuhn Loeb, Goldman Sachs, os Warburgs e os Lehmanns.
1925
A Enciclopédia Judaica desse ano afirma a existência de judeus asquenazim (que representam aproximadamente 90% do suposto mundo judeu), com a admissão assustadora de que o suposto inimigo dos judeus, Esau (também conhecido como Edom, veja Gênesis 36:1) atualmente representa a raça judaica, quando afirma na página 42 do volume V:
"Edom está no judaísmo moderno."
Então basicamente o que eles estão dizendo é que esses judeus asquenazim, que presentam 90% do da suposta população judaica, na verdade são os próprios gentios ou gois.
1926
N. M. Rothschild & Sons refinanciam a Underground Electric Railways Company of London Ltd., que tem um poder controlador em todo o sistema de transporte subterrâneo de Londres.
Maurice de Rohthschild tem um filho, Edmond de Rothschild.
1929
Os Rothschild contraem o suprimento de dinheiro para quebrar a economia dos Estados Unidos.
1930
O primeiro banco mundial dos Rothschild, o "Banco para Ajustes Internacionais" (BIS), é estabelecido em Basle, na Suíça. No mesmo lugar onde 33 anos antes o primeiro Congresso Sionista Mundial ocorreu.
1933
Em 30 de janeiro, Adolf Hitler se torna Chanceler da Alemanha. Ele expulsa judeus, muitos dos quais foram comunistas de posições governamentais da Alemanha. Como resultado disso, em julho os judeus realizam uma Conferência Mundial em Amsterdã, durante o qual eles exigem que Hitler coloque novamente cada judeu de volta à sua antiga posição.
Hitler recusa e como resultado disso, Samuel Untermyer, o judeu asquenazim que chantageou o presidente Wilson e agora o líder da delegação americana e presidente de toda a conferência, retorna aos Estados Unidos e faz um discurso no rádio, que fui transcrevido do New York Times, 7 de agosto de 1933, segunda-feira. No discurso ele fez as seguintes afirmações:
"...os judeus são os aristocratas do mundo... Nossa campanha é... o boicote econômico contra todos os produtos, remessas e serviços... O que estamos propondo... é realizar um boicote econômico puramente defensivo que irá minar o regime de Hitler e trazer os alemães de volta à lucidez ao destruir a exportação na qual a própria existência deles depende... ...Cada um de vocês, tanto judeus quanto gentios... Devem recusar negociar com qualquer mercador ou lojista que vende qualquer produtos feitos na Alemanha ou patrocina a marinha mercante alemã."
Como dois terços do suprimento de comida da Alemanha tinha de ser importada e só podia ser importada com o lucro do que eles exportavam, se os alemães não pudessem exportar, dois terços da população alemã iria morrer de fome, como não haveria comida suficiente para mais que um terço da população. Como resultado desse boicote, os judeus por toda a América iriam protestar e causar danos a qualquer loja em que eles encontrassem produtos com a frase "Feito na Alemanha" impressa neles, fazendo as lojas terem de recusar esses produtos ou se arriscarem a falir.
Quando os efeitos desse boicote começaram a ser sentidos na Alemanha, os alemães, que não tinham demonstrado violência contra os judeus até esse ponto, simplesmente começaram a boicotar lojas judaicas da mesma forma que os judeus fizeram às lojas vendendo produtos alemãos na América.
A IBM, financiada pelos Rothschild, fornece maquinas aos nazistas que produzem cartões perfurados para ajudar a organizar e administrar a identificação inicial e expulsão social dos judeus, a confiscação de sua propriedade e sua exterminação.
Em 16 de novembro, o presidente Roosevelt reconhece o regime sionista de Stalin na Rússia sem consultar o Congresso mesmo quando 8 mil ucranianos marcham em protesto em Nova Iorque.
Nesse ano também, o presidente Roosevelt, nascido de mãe judaica, portanto satisfazendo as regras asquenazim de ser judeu, ordena que seja colocado o olho-que-tudo-vê em todas as novas notas de dólar com a frase "Novus Ordo Seclorum". Em latim, significa "A Nova Ordem das Eras".
1934
As leis de sigilo bancário da Suíça são reformadas e se tornou um crime resultante em prisão para qualquer funcionário de banco que violar o sigilo bancário. Isso é tudo em preparação para a Segunda Guerra Mundial forjada pelos Rothschild, na qual, como sempre, eles irão financiar ambos os lados.
Edmond James de Rothschild morre.
1936
Para aumentar o antissemitismo na Alemanha, Samuel Landmon (naquele tempo secretário da Organização Sionista Mundial), em seu livro de 1936, "Grã-Bretanha, os Judeus, e Palestina", afirma o seguinte sobre a entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial:
"O fato de que foi a ajuda judaica que trouxe os EUA para a guerra ao lado dos Aliados casou rancor nas mentes dos alemães - principalmente nazistas -, e contribuiu em uma medida nem um pouco pequena na proeminência que o antissemitismo ocupa o programa nazista."
1938
Em 7 de novembro, o judeu Herschel Grynszpan assassinou Ernst von Rath, um oficial da Embaixada Alemã em Paris. Como resultado disso, a hostilidade alemã contra os judeus na Alemanha começou a se tornar violenta. O banco austríaco dos Rothschild em Viena, S. M. von Rothschild und Söhne, fecha após a ocupação nazista da Áustria.
1939
A I. G. Farben, líder em produção de químicos no mundo e maior produtora de ferro da Alemanha, dramaticamente aumenta sua produção. Essa produção aumentada é quase que usada exclusivamente para armar a Alemanha para a Segunda Guerra Mundial. Essa companhia era controlada pelos Rothschild e iria usar os judeus e outras pessoas desafeiçoadas como trabalho escravo nos campos de concentração. A I. G. Farben também criou o gás letal Zyklon B, que foi usado para exterminar os judeus.
Em 1 de setembro, a Segunda Guerra Mundial começa quando a Alemanha invade a Polônia. Isso aconteceu porque os alemães eram liderados por cristãos que entendiam que a Rússia Soviética era liderada por comunistas financiados pelos Rothschild, e eles temiam que a União Soviética se tornasse mais forte, e esses judeus comunistas iriam invadir e apagar os cristãos do mapa.
1940
Hansjurgen Koehler, em seu livro "Dentro da Gestapo", afirma o seguinte, sobre Maria Anna Schicklgruber, avó de Adolf Hitler:
"Uma pequena garota serviçal... Veio a Viena e se tornou empregada doméstica... Na mansão dos Rothschild... E o avô desconhecido de Hitler provavelmente deve ser procurado nessa magnífica casa."
Isso é suportado por Walter Langer em seu livro "A Mente de Hitler", onde ele afirma:
"O pai de Adolf, Alois Hitler, foi um filho ilegítimo de Maria Anna Schicklgruber... Maria Anna Schicklgruber estava vivendo em Viena no período em que teve o filho. Naquele tempo ela era uma empregada na casa do barão Rothschild. Logo que a família descobriu sua gravidez, ela foi mandada de volta para casa... Onde Alois nasceu."
De longe, pareceria improvável que Hitler era um Rothschild, mas, quando você descobre os benefícios que os Rothschild conseguiram com essa guerra, tanto financialmente quanto politicamente, uma conexão com os Rothschild não parece tão absurda quanto pode parecer inicialmente.
1941
O presidente Roosevelt coloca os Estados Unidos na segunda guerra, ao recusar vender petróleo ou aço para o Japão. O Japão estava no meio de uma guerra contra a China e sem aço e petróleo, o Japão seria incapaz de continuar aquela guerra. O Japão era totalmente dependente do aço e do petróleo americanos. Roosevelet sabia que essa ação iria fazer os japoneses atacarem os EUA, o que eles consequentemente fizeram em Pearl Harbor.
1942
Prescott Bush, pai (e em seguida avô) dos futuros presidentes americanos George Herbert Walker e George W., tem sua companhia tomada sob o Ato de "Troca Com o Inimigo". Ele estava financiando o Hitler a partir da América, enquanto soldados americanos estavam sendo mortos por soldados alemães.
Os judeus também estão sendo mortos pelos mesmos soldados. Interessante que a ADL nunca critica nenhum Bush por isso.
1943
18 de fevereiro, o sionista Izaak Greenbaum, líder do Comitê de Resgate da Agência Judaica, afirma em um discurso para o Conselho Executivo Sionista:
"Se me pedissem 'você pode dar dinheiro da UJA (Apelo Judaico Unido) para salvar judeus?', eu digo que não, e digo novamente que não!"
Ele ainda diria:
"Uma vaca na Palestina vale mais que todos os judeus da Polônia!"
Isso não é uma surpresa. Toda a ideia do suporte sionista para a morte de judeus inocentes era para assustar os sobreviventes e fazê-los acreditar que seu único lugar de segurança era Israel. De que outro modo você acha que os sionistas poderiam garantir que os judeus iriam deixar as lindas cidades europeias em que vivem para se assentarem em um deserto?!
1944
Em 6 de novembro, o ministro britânico residente no Oriente Médio, lorde Moyne, foi assassinado no Cairo por dois membros de um grupo terrorista, a Gangue Stern, liderada pelo futuro primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Shamir. Ele também é responsável pela tentativa de assassinado de Harold MacMichael, o comissário superior do Mandato Britânico da Palestina, nesse mesmo ano.
Interessantemente ele também planeja nesse ano outro assassinato que seria bem-sucedido contra o representante das Nações Unidas no Oriente Médio, conde Folke Bernadotte, que, apesar de ter libertado 21 mil prisioneiros dos campos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, foi visto por Yitzak Shamir e seus colaboradores terroristas como anti-sionista.
Em Bretton Woods, em New Hampshire, dois outros bancos mundiais dos Rothschild são criados. O Fundo Monterário Internacional (FMI), e o Banco Mundial.
1945
O fim da Segunda Guerra Mundial. É relatado que as fábricas da I. G. Farben não eram alvos dos ataques de bombas na Alemanha. Interessantemente, no fim da guerra descobriu-se que elas sofreram apenas 15% de dano.
Os tribunais, que aconteceram no final da Segunda Guerra Mundial para investigar os crimes de guerra nazistas, censuraram qualquer material sobre a ajuda ocidental a Hitler.
Os Rothschild dão um enorme passo em direção ao seu objetivo de dominação mundial quando a segunda Liga das Nações, chamada de Nações Unidas, foi aprovada nesse ano.
1946
Em 22 de julho, o judeu asquenazim e futuro primeiro-ministro de Israel, David Ben-Gurion, ordena que outro judeu asquenazim e futuro primeiro-ministro de Israel, Menachem Begin, faça um ataque terrorista ao rei David Hotel na Palestina, para tentar expulsar os britânicos.
Como resultado disso, 91 pessoas foram mortos, a maior parte deles civis: 28 britânicos, 41 árabes, 17 judeus e 5 outros. Cerca de 45 pessoas foram feridas.
Menachem Begin orgulhosamente se auto-proclamou como "o pai do terrorismo moderno". Só para colocar a gravidade do ataque ao rei David Hotel em perspectiva, naquele tempo esse foi o maior número de mortos em uma única ação terrorista que já existiu, e só foi ultrapassado 40 anos depois pelo bombardeio do voo 103 da Pan Am sobre Lockerbie.
1947
A Inglaterra, que antes da Segunda Guerra Mundial declarou que não haveriam mais imigrações judaicas à Palestina para proteger os palestinos dos seus atos de terror contra eles e também contra os soldados britânicos, transfere o controle da Palestina às Nações Unidas. As Nações Unidas decidem dividir a Palestina em dois estados, um sionista e um árabe, com Jerusalém permanecendo como uma zona internacional para ser desfrutada por todas as fés religiosas.
Essa transferência foi marcada para acontecer em 15 de maio de 1948. As Nações Unidas não tinham o direito de dar propriedade árabe a ninguém, como de fato, apesar de os judeus possuírem 6% da Palestina naquele tempo, a resolução 181 garantia aos judeus 57% da terra, deixando os árabes (que naquele tempo tinham 94%) com apenas 43%.
This transfer was scheduled to take place on May 15, 1948. The United Nations had no right to give Arab property to anyone, as indeed even thought the Jews owned 6% of Palestine at that time, resolution 181 granted the Jews 57% of the land leaving the Arabs who at that time had 94% with only 43%.
Informação coletada pela ADL em suas operações de espião nos cidadãos dos EUA é usada pela Comissão de Selecionamento de Casa de Atividades não-Americanas. O presidente da subcomissão, Clare Hoffman, dispensa os relatórios da ADL sobre comunistas suspeitos como "boatos".
1948
Na primavera desse ano, os Rothschild subornam o presidente Harry S. Truman (33º presidente dos Estados Unidos, de 1945 a 1953) para reconhecer Israel (território sionista, e não judeu, pertencente aos Rothschild) como um estado soberano com os $2.000.000 que eles deram a ele para sua campanha política.
Então eles declaram Israel como um estado soberano judeu na Palestina, e dentro de meia hora o presidente Truman declarou que os Estados Unidos eram a primeira nação estrangeira a reconhecê-lo.
A bandeira e Israel é revelada. Apesar de tremenda oposição, o emblema na bandeira é a versão azul do "hexagrama vermelho" dos Rothschild. Isso irrita muitos judeus que percebem que esse hexagrama foi usada nas antigas religiões misteriosas como símbolo de "Moloch" (descrito como um demônio de sacrifício relutante e também, interessantemente, é o nome da coruja de pedre que a elite louva na Alameda Boêmia) e de "Astaroth" (descrito como o Lorde Tesoureiro do Inferno).
O hexagrama também foi usado para representar Saturno, que foi identificado como o nome esotérico para "Satã". Isso indica que qualquer um morto em nome de Israel na verdade é um sacrifício a Satã. Os judeus discordantes que acreditam que o "Menorah", o símbolo judeu mais antigo, deve ser usado, e também lembrar que o hexagrama não é nem um símbolo judeu, mas é claro que como os sionistas de Rothschild usam ele, ele é o que acaba nos Rothschild... quero dizer, sionistas... não, quero dizer bandeira israelense.
Nas primeiras horas de 19 de abril, 132 terroristas judeus da gangue Irgun, liderados pelo futuro primeiro-ministro israelense Menachem Begin, e da gangue Stern, liderados pelo futuro primeiro-ministro israelense Yitzhak Shamir, brutalmente massacram 200 homens, mulheres e crianças enquanto estes dormem pacificamente na vila árabe de Deir Yassin.
Após as Nações Unidas tornarem a Palestina um estado judeu independente e um estado árabe independente em 15 de maio, os israelenses lançaram um ataque militar aos árabes gritando pelos auto-falantes dos seus caminhões que se os árabes não fugissem imediatamente, eles seriam exterminados.
800.000 árabes, com a recente memória do massacre de Deir Yassin na vanguarda de suas mentes, fogem em pânico. Eles pediram ajuda dos estados árabes vizinhos, mas esses estados não se envolveram porque não eram páreos para os israelenses, cujos aparatos militares de ponta foram fornecidos pelo regime stalinista judaico na Rússia. Após esse ataque, os judeus agora controlavam 78% da antiga Palestina, ao contrário dos 57% que foram dados ilegalmente a eles pelas Nações Unidas.
Os palestinos, muitos deles cristãos, nunca receberam compensação pelas suas casas, propriedade e negócios roubados deles durante o ataque judeu ilegal, e essas pessoas acabaram em cidades faveladas de tendas para refugiados. Além disso, pelo menos metade dos palestinos em sua pressa para fugir, deixaram para trás suas certidões de nascimento. O estado de Israel então criou uma lei que apenas aqueles que pudessem provar a cidadania poderiam voltar para Israel, significando portanto que esses 400.000 palestinos não poderiam retornar e perderam toda a sua propriedade que deixaram lá.
O judeu asquenazim David Ben-Gurion, um dos pais fundadores de Israel e o seu primeiro-ministro inicial, sinceramente descreve os objetivos sionistas em seu diário (21 de maio de 1948), como vemos:
"O calcanhar de aquiles da união árabe é o Líbano. A supremacia muçulmana nesse país é artificial e pode ser facilmente derrubada. Um estado cristão deve ser colocado lá, com sua fronteira do sul no rio Litani. Nós assinaríamos um tratado de aliança com esse Estado. Então quando tivermos quebrado a força da legião árabe e bombardeado Amman, nós poderíamos exterminar os cisjordanianos, e depois disso a Síria iria cair. E se o Egito ainda ousasse fazer guerra conosco, nós iríamos bombardear o Porto Said, Alexandria e o Cairo. Nós devemos então terminar a guerra e teríamos pago o Egito, a Assíria e a Caldeia em nome de nossos ancestrais."
1949
Em 1 de outubro, Mao Tse Tung declara a fundação da República Popular da China na Praça Tiananmen, em Pequim. Ele é financiado pelo comunismo criado pelos Rothschild na Rússia e também pelos seguintes agentes dos Rothschild:
Solomon Adler, um oficial da Tesouraria dos Estados Unidos que foi um espião soviético; Israel Epstein, o filho de um judeu bolchevique preso pelo czar da Rússia por tentar fomentar uma revolução lá; e Frank Coe, um dos principais oficiais do FMI dos Rothschild.
1950
Israel cria a sua lei de retorno, garantindo que todos os judeus do mundo tenham o direito de morar no estado de Israel. Mas os palestinos, mesmo tendo vivido lá por 1.300 anos, foram negados a esse direito.
John Davitt, antigo chefe da seção de segurança interna do Departamento de Justiça diz que o serviço de inteligência israelense é o segundo mais ativo nos Estados Unidos, depois dos soviéticos, e, é claro, tanto Israel quanto a União Soviética são controladas por judeus asquenazim.
1951
Em 1 de abril, é formada a Agência Secreta de Inteligência Israelense, o Mossad, o qual acabaria aterrorizando o mundo. O lema do Mossad é provavelmente o lema mais nojento de um serviço secreto do mundo. Ele é:
"Pelo Caminho da Enganação,
Tu Irás Fazer Guerra."
1953
N. M. Rothschild & Sons criaram a Corporação Britânica da Terra Nova Ltda. para desenvolver 60.000 milhas quadradas de terra em Newfoundland, Canadá, o que compreendia uma usina hidrelétrica para usar o poder das Cataratas de Hamilton (mais tarde renomeada como Cataratas de Churchill). Naquele tempo esse foi o maior projeto de construção de uma companhia privada já visto.
1954
"O Negócio Lavon". Agentes israelenses recrutam cidadãos egípcios de descendência judaica para bombardear alvos ocidentais no Egito, e plantam evidências para culpar os árabes, em uma tentativa aparente de desordenar as relações entre os Estados Unidos e o Egito. O ministro da defesa israelense, o judeu asquenazim Pinhas Lavon, é eventualmente removido do cargo, mas muitos pensam que a verdadeira responsabilidade é de David Ben-Gurion.
Um microfone escondido colocado pelos israelenses é descoberto no escritório do embaixador dos Estados Unidos em Tel Aviv.
1955
Edmond de Rothschild cria a Compagnie Financiere em Paris.
1956
Grampos telefônicos são encontrados conectados a dois telefones na residência do adido militar dos Estados Unidos em Tel Aviv.
1957
James de Rothschild morre, e é dito (pela mídia dos Rothschild) que ele deixou em seu testamento uma grande quantia de dinheiro ao estado de Israel para pagar pelo seu prédio do parlamento, o Knesset. Ele diz que o Knesset deve ser:
"um símbolo, nos olhos de todos os homens, da permanência do Estado de Israel."
Na página 219 de seu livro "Contos da Aristocracia Britânica", L. G. Pine, o editor de Burke's Peerage, diz que os judeus:
"se tornaram tão intimamente conectados com a nobreza inglesa que as duas classes improvavelmente sofreriam uma perda que não seja mútua. Tão intimamente ligados são os judeus e os lordes que um golpe contra os judeus nesse país não seria possível sem machucar a aristocracia também."
Maurice de Rothschild morre em Paris.
1962
de Rothschild Frères estabelece a Imétal como uma empresa contratada para todos os seus negócios de mineração.
Frederic Morton publica o seu livro "Os Rothschild", em que ele afirma:
"Apesar de eles controlarem grande parte das corporações industriais, comerciais, mineradoras e turísticas, nenhum leva o nome Rothschild. Sendo sociedades privadas, as famílias nunca precisam, e nunca o fazem, publicar um único balanço geral, ou qualquer outro relatório de sua condição financeira".
Essa atitude revela o verdadeiro alvo dos Rothschild: eliminar toda a competição e criar seu próprio monopólio mundial.
Linha do tempo da família Rothschild - parte 1 (1743 - 1806)
http://www.aerodactyl.info/2010/01/linha-do-tempo-da-familia-rothschild.html
Linha do tempo da família Rothschild - parte 2 (1808 - 1898)
http://www.aerodactyl.info/2010/01/linha-do-tempo-da-familia-rothschild_28.html
Linha do tempo da família Rothschild - parte 4 (1963 - 2006)
Linha do tempo da família Rothschild - parte 4 (1963 - 2006)
Os judeus das colônias na Palestina, criadas por Edmond James de Rothschild,, mandam a ele uma delegação, dizendo:
"Se você deseja salvar o Yishuv (a colônia judaica), primeiro tire as suas mãos dele, e... por uma vez, permita aos colonos a possibilidade de corrigir por si mesmos o que precisa ser corrijido."
Edmond James de Rothschild fica muito irritado com isso e diz:
"Eu criei o Yishuv, eu sozinho. Portanto nenhum homem, nem colonista e nem organização tem o direito de interferir nos meus planos."
O banco dos Rothschild em Frankfurt, na Alemanha, o M. A. von Rothschild und Söhne, fecha porque não há nenhum herdeiro (do sexo masculino) dos Rothschild para ficar com ele.
1902
Philippe de Rothschild nasce.
1905
Um grupo de judeus sionistas, liderados por Georgi Apollonovich Gapon e financiados pelos Rothschild, tentam derrubar o czar da Rússia em um golpe de estado comunista. Eles falham e são forçados a deixar a Rússia para receberem refúgio na Alemanha.
A Enciclopédia Judaica (Vol. 2, p.497) diz:
"É uma sequência curiosa à tentativa de colocar um competidor católico aos Rothschild que, atualmente, estes são os guardiões do tesouro papal."
1906
Os Rothschild dizem que graças à crescente instabilidade na região e a crescente competição por parte da companhia Standard Oil dos Rockefeller (a família Rockefeller são descendentes dos Rothschild por uma linhagem feminina), eles venderam a Companhia do Petróleo dos Mares Cáspio e Negro para a Royal Dutch e a Shell. Esse é outro exemplo dos Rothschild tentando esconder sua verdadeira fortuna.
1907
Rothschild, Jacob Schiff, o líder da Kuhn, Loeb and Co., em uma palestra para a Câmera do Comércio de Nova Iorque, avisa que:
"A menos que tenhamos um Banco Central com controle adequado dos recursos, esse país irá passar pelo mais severo e de longo alcance pânico financeiro da história."
De repente os EUA se encontram no meio de outra comum crise financeira arquitetada pelos Rothschild, que como sempre arrasa a vida de milhões de pessoas inocentes pelo país e lucra milhões para os Rothschild.
1909
Jacob Schiff cria o Avanço Nacional para a Associação de Pessoas de Cor (NAACP). Isso foi feito para incentivar as pessoas negras a tumultuar, roubar e outras formas de desordem, para criar um abismo entre comunidades brancas e negras. O historiador judeu, Howard Sachar, escreve o seguinte no seu livro "Uma História dos Judeus na América":
"Em 1914, o professor Emeritus Joel Spingarn da Universidade de Columbia se tornou presidente da NAACP e recrutou para o seu quadro líderes judeus como Jacob Schiff, Jacob Billikopf e Rabii Stephen Wise."
Outros judeus asquenazim co-fundadores incluíam Juluis Rosenthal, Lillian Wald e Rabii Emil G. Hirsch. Só em 1920 a NAACP nomeou o seu primeiro presidente negro, James Weldon Johnson.
Maurice de Rothschild se casa com a judia asquenazim Noémie Halphen.
1911
Werner Sombart, no seu livro "Os Judeus e o Capitalismo Moderno", que a partir de 1820 há a "Era dos Rothschild", e concluiu que havia "apenas um poder na Europa, e esse poder é os Rothschild."
1912
Na edição de dezembro da revista Truth, George R. Conroy diz o seguinte sobre Jacob Schiff:
"O sr. Schiff é o chefe do grande banco privado de Kuhn, Loeb and Co., que representa os interesses dos Rothschild nesse lado do Atlântico. Ele foi descrito como estrategista financeiro e por anos tem sido o ministro financeiro do grande poder impessoal conhecido como Standard Oil."
Ele tinha relações com os Harrimans, os Goulds, e os Rockefellers, em todos os seus negócios de trilhos de trem, e se tornou o poder dominante no poder financeiro e de trilhos de trem na América."
1913
Em 4 de março, Woodrow Wilson é eleito o 28º presidente dos EUA. Pouco depois de ser inaugurado, ele é visitado na Casa Branca pelo judeu asquenazim Samuel Untermyer, do escritório de advocacia Guggenheim, Untermyer and Marshall, que tenta chantageá-lo pela quantia de $40.000 em relação a um caso que o Wilson teve enquanto era professor na Universidade de Princeton, com a esposa de um professor querido. O presidente Wilson não tem o dinheiro, então o Untermyer se voluntaria a pagar os $40.000 do seu próprio bolso para a mulher com quem Wilson teve o caso, na condição de que o Wilson prometa nomear para a primeira vaga na Suprema Corte dos Estados Unidos uma pessoa a ser recomendada ao presidente Wilson pelo Untermyer. Wilson concorda com isso.
Jacob Schiff cria a Liga de Anti-Difamação (ADL) nos Estados Unidos. Essa organização é formada para caluniar como "antissemita" qualquer um que questione ou desafie a conspiração global dos Rothschild.
Já estranho o bastante, nesse mesmo ano eles criam o último e atual banco central nos Estados Unidos, a Reserva Federal (FED). O congressista Charles Lindbergh, depois de passar o Ato da Reserva Federal em 23 de dezembro, disse:
"O Ato estabelece a maior confiança da Terra. Quando o presidente assinar essa carta, o governo invisível do poder monetário será legalizado... O maior crime de todos os tempos é cometido por esses bancos e a nota de câmbio."
É importante notar que a Reserva Federal é uma companhia privada, não é federal e não tem nenhuma reserva. Se estima conservadoramente que os lucros ultrapassam os $150 bilhões por ano, e a Reserva Federal nunca publicou nada a respeito disso em toda a sua história.
1914
O início da Primeira Guerra Mundial. Nessa guerra, os Rothschild alemães emprestam dinheiro à Alemanha, os Rothschild britânicos emprestam dinheiro à Inglaterra, e os Rothschild franceses emprestam dinheiro à França.
Além disso, os Rothschild têm o controle de três agências européis de notícias: Wolff (desde 1849) na Alemanha, Reuters (desde 1851) na Inglaterra, e Havas (desde 1835) na França.
Os Rothschild usam o Wolff para manipular os alemães a quererem a guerra. Desde mais ou menos esse tempo, os Rothschild raramente são mencionados na mídia, porque eles são donos da mídia.
1916
Em 4 de junho, o judeu asquenazim Louis Dembitz Brandeis é nomeado à Suprema Corte dos Estados Unidos pelo presidente Wilson por causa do dinheiro da chantagem pago por Samuel Untermyer três anos antes. Justice Brandeis também é o líder eleito do Comitê Executivo dos Negócios Sionistas, uma posição que ele possuía desde 1914.
É o meio da Primeira Guerra Mundial. A Alemanha estava ganhando a guerra porque estava sendo mais financiada do que a França, a Itália e a Inglaterra, porque os Rothschild não queriam ajudar o czar da Rússia, e esta estava ao lado da França, da Itália e da Inglaterra.
Então um evento significante aconteceu. A Alemanha, apesar de estar vencendo a guerra e nenhum soldado estrangeiro ter pisado em seu território, ofereceu um cessar fogo à Inglaterra, sem requerimento de reparações. Os Rothschild queriam garantir que isso não aconteceria, pois estavam esperando conseguir muito mais dinheiro dessa guerra, então eles jogaram outra carta que tinham na manga.
Enquanto os ingleses consideravam a oferta da Alemanha, o agente dos Rothschild, Louis Brandeis, envia uma delegação sionista da América à Inglaterra para prometer colocar os Estados Unidos na guerra ao lado da Inglaterra, desde que esta concorde em dar a terra da Palestina aos Rothschild.
Os Rothschild queriam a Palestina pelo seguinte motivo: eles tinham grandes interesses no leste e queriam seu próprio estado naquela área junto com seu próprio exército, que eles poderiam usar para agredir qualquer Estado que ameaçasse seus interesses.
Os britânicos portanto aceitam o acordo pela Palestina, e os sionistas de Londres informaram os sionistas na América desse fato. De repente todos os maiores jornais dos Estados Unidos, que até aquele ponto defendiam a Alemanha, se voltaram contra ela através de propagandas como "Soldados alemães estavam matando enfermeiras da Cruz Vermelha", "Soldados alemães estavam cortando fora as mãos de bebês", etc., para manipular o público dos EUA contra os alemães.
Nesse mesmo ano, o presidente Woodrow Wilson fez uma campanha de reeleição sob o slogan "Reeleja o homem que irá deixar seus filhos fora da guerra".
Em 12 de dezembro, a Alemanha e seus aliados oferecem termos de paz para terminar a guerra.
1917
Como resultado da oferta de paz da Alemanha, a máquina de guerra dos Rothschild chega ao auge na América, espalhando propaganda que leva o presidente Wilson, sob instrução de Louis Dembitz Brandeis, líder sionista americano e do Superior Tribunal de Justiça, a quebrar sua promessa ao eleitorado e colocar os EUA na Primeira Guerra Mundial, em 6 de abril.
Como os sionistas dos Rothschild prometem à Inglaterra colocar os EUA na guerra, eles decidem que querem algo por escrito dos ingleses para provar que eles irão cumprir o seu lado do trato. O secretário estrangeiro britânico, Arthur James Balfour, escreve portanto uma carta comumente conhecida como a "Declaração Balfour", como vemos a seguir:
Caro barão Rothschild,
Tenho o prazer de transmitir-vos em nome do governo de Sua Majestade sua nota de simpatia pelas aspirações judias sionistas apresentadas ao assentimento do gabinete que as aprovou.
O governo de Sua Majestade considera favoravelmente o estabelecimento na Palestina de uma pátria nacional para o povo judeu e empregará todos os seus esforços para facilitar a realização desse objetivo, ficando entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não-judias na Palestina, assim como com os direitos e o estatuto político dos quais os judeus poderiam usufruir em qualquer outro país.
Ser-vos-ei reconhecido por fazer chegar esta declaração ao conhecimento da organização sionista.
Com minhas sinceras saudações,
Arthur James Balfour
Os Rothschild ordenam, através dos bolcheviques que eles controlam, a execução do czar Nicolau II da Rússia e a sua família inteira, apesar de o czar já ter abdicado em 2 de março. Isso é para conseguir o controle do país, e também é um ato de vingança porque o czar Alexandre I bloqueou o plano do governo mundial deles em 1815 no Congresso de Viena, e porque o czar Alexandre II ficou ao lado do presidente Abraham Lincoln em 1864. É muito importante que eles matem a família inteira, incluindo mulheres e crianças, para cumprir a promessa feita por Nathan Mayer Rothschild em 1815. Isso é criado para mostrar ao mundo o que acontece se eles tentarem ficar no caminho dos Rothschild.
Oscar Callaway, congressista dos EUA, informa ao Congresso que J. P. Morgan é uma frente dos Rothschild e tomou controle da mídia americana. Ele diz:
"Em março de 1915, os negócios do J. P. Morgan, o aço, a construção de navios e a pólvora, e suas organizações subsidiárias, juntaram 12 homens no alto do mundo dos jornais e os contratou para selecionar os jornais mais influentes dos Estados Unidos e um número suficiente deles para controlar de modo geral a posição da imprensa diária...
...Eles acharam que só era necessário comprar o controle de 25 dos grandes jornais... Um acordo foi alcançado. A posição dos jornais foi comprada, para ser paga mensalmente, e um editor foi fornecido a cada jornal para supervisar propriamente e editar informações sobre as questões de preparação, militarismo, políticas financeiras, e outras coisas de natureza nacional e internacional considerada vital aos interesses dos compradores."
1919
Em janeiro, os judeus asquenazim Karl Liebknecht e Rosa Luxemburg são mortos enquanto tentam liderar outro golpe de estado comunista financiado pelos Rothschild, dessa vez em Berlim, na Alemanha.
A conferência de paz de Versalhes é realizada para decidir as reparações que os alemães precisam pagar aos vitoriosos, depois do fim da Primeira Guerra Mundial. Uma delegação de 117 sionistas liderados pelo judeu asquenazim Bernard Baruch chamou a atenção para a questão da promessa da Palestina a eles. Nesse momento, os alemães percebem por que os EUA se voltaram contra eles, e por influência de quem: dos Rothschild.
Os alemães, naturalmente, sentem que foram traídos pelos sionistas. Isso porque, quando os Rothschild fizeram seu acordo com a Inglaterra pela Palestina em troca de colocar os EUA na guerra, a Alemanha era o país mais amigável do mundo com os judeus. De fato, o Decreto Alemão de Emancipação de 1822 garantia aos judeus da Alemanha os mesmos direitos civis dos alemães.
A Alemanha também era o único país da Europa que não pôs restrições aos judeus, até dando refúgio a eles quando tinham que fugir da Rússia depois que sua primeira tentativa de golpe de Estado comunista falhou lá em 1905.
No entanto, os Rothschild mantiveram o seu lado do trato de derramar o sangue de milhões de inocentes, e como resultado a Palestina é confirmada como nação dos judeus e, enquanto a sua entrega aos Rothschild era feita, ela fica sob controle da Inglaterra, como os Rothschild controlam a Inglaterra. Naquele tempo, menos de 1% da população da Palestina era judia. Interessantemente, o anfitrião da conferência de paz de Versalhes foi o seu chefe, Barão Edmond James de Rothschild.
A conferência de paz de Versalhes também é usada como tentativa dos Rothschild criarem um governo mundial sob o pretexto de terminar todas as guerras (que eles criam). Essa foi chamada de "Liga das Nações". Felizmente, nem todos os países aceitaram e ela logo morreu.
Em 29 de março, o The Times of London relata sobre os bolcheviques da Rússia:
"Uma das coisas curiosas do movimento bolchevique é a alta porcentagem de elementos não-russos dentre os líderes. Dos 20 ou 30 comissários, ou líderes, que fornecem a maquinaria central do movimento bolchevique, não menos que 75% são judeus."
É relatado que os Rothschild estavam irritados com os russos porque eles não estavam preparados para permiti-los criar um banco central em sua nação. Portanto eles reúnem grupos de espiões judeus e enviam-nos à Rússia para criar uma revolução para beneficiar o homem comum, que na verdade foi uma tomada da Rússia por uma elite satânica controlada pelos Rothschild.
Esses espiões judeus, na antiga tradição fraudulenta asquenazim, receberam nomes russos. Por exemplo, Trotsky foi um membro do primeiro grupo e seu nome original era Bronstein. Esses grupos foram enviados a lugares por toda a Rússia para criar brigas e rebeliões. A Edição Internacional do The Jewish Post, da semana que acabou em 24 de janeiro de 1991, confirma que Vladimir Lenin era judeu. Lenin também é lembrado como tendo dito:
"O estabelecimento de um banco central é 90% de comunizar uma nação."
Esses bolcheviques judeus e financiados pelos Rohthschild iriam, ao curso da história, matar 60 milhões de cristãos e não-judeus no território controlado pela URSS. De fato, o autor Alexander Soljenítsin, em seu livro "Arquipélago Gulag, Vol. 2", afirma que os judeus sionistas criaram e administraram o sistema organizado soviético de campos de concentração no qual esses milhões de cristãos e não-judeus morreram. Na página 79 desse livro ele até cita os nomes dos administradores da maior máquina de matar na história do mundo. Eles são Aron Solts, Yakov Rappoport, Lazar Kogan, Matvei Berman, Genrikh Yagoda, and Naftaly Frenkel. Todos os seis são judeus sionistas. Em 1970, Soljenítsin iria ganhar o Prêmio Nobel da Literatura.
N. M. Rothschild & Sons recebem o papel permanente de manutenção do preço diário de ouro no mundo. Isso acontece nos escritórios da Cidade de Londres, diariamente às 11:00 (da manhã), e na mesma sala até 2004.
1920
Winston Churchill (cuja mãe, Jenny (Jacobson) Jerome, era judia - significando que ele é judeu sob a lei asquenazim, já que nasceu de uma mãe judia) escreve um artigo no Arauto Ilustrado de Domingo, de 8 de fevereiro:
"Dos dias do líder dos Illuminati, Weishaupt, àqueles de Karl Marx, àqueles de Trotsky, essa conspiração mundial esteve constantemente crescendo.
E agora finalmente esse bando de extraordinárias personalidades do submundo das grandes cidades da Europa e da América agarraram o povo russo pelo cabelo de suas cabeças e se tornaram os mestres indisputáveis daquele enorme império."
1921
Sob ordens de Jacob Schiff, o Concelho de Relações Exteriores (CFR) é fundado pelos judeus asquenazim Bernard Baruch e Coronel Edward Mandell House. Schiff deu suas ordens antes de morrer em 1920, pois ele sabia que uma organização precisava ser criada na América para selecionar políticos para continuar a conspiração dos Rothschild, e a formação do CFR na verdade foi concordada em uma reunião em 30 de maio de 1919 no Hotel Majestic em Paris, França.
A sociedade do CFR no início contava com aproximadamente 1000 pessoas nos Estados Unidos. Essa sociedade incluía os líderes de praticamente todo o império industrial da América, todos os banqueiros internacionais baseados na América, e os líderes de todas as suas fundações livres de taxas. Essencialmente, todas as pessoas que forneceriam o dinheiro necessário para qualquer um que quisesse se candidatar ao congresso, ao senado ou à presidência.
O primeiro trabalho do CFR foi conseguir controle da imprensa. Essa tarefa doi dada a John D. Rockefeller, que criou um número de revistas nacionais de notícias, como a Life e a Time. Ele financiou Samuel Newhouse para comprar e estabelecer uma corrente de jornais por todo o país e também Eugene Meyer, que compraria então várias publicações como o Washington Post, o Newsweek, e o The Weekly Magazine.
O CFR também precisava do controle do rádio, da televisão e da indústria de imagens em movimento. Esse serviço foi dividido entre os banqueiros internacionais de Kuhn Loeb, Goldman Sachs, os Warburgs e os Lehmanns.
1925
A Enciclopédia Judaica desse ano afirma a existência de judeus asquenazim (que representam aproximadamente 90% do suposto mundo judeu), com a admissão assustadora de que o suposto inimigo dos judeus, Esau (também conhecido como Edom, veja Gênesis 36:1) atualmente representa a raça judaica, quando afirma na página 42 do volume V:
"Edom está no judaísmo moderno."
Então basicamente o que eles estão dizendo é que esses judeus asquenazim, que presentam 90% do da suposta população judaica, na verdade são os próprios gentios ou gois.
1926
N. M. Rothschild & Sons refinanciam a Underground Electric Railways Company of London Ltd., que tem um poder controlador em todo o sistema de transporte subterrâneo de Londres.
Maurice de Rohthschild tem um filho, Edmond de Rothschild.
1929
Os Rothschild contraem o suprimento de dinheiro para quebrar a economia dos Estados Unidos.
1930
O primeiro banco mundial dos Rothschild, o "Banco para Ajustes Internacionais" (BIS), é estabelecido em Basle, na Suíça. No mesmo lugar onde 33 anos antes o primeiro Congresso Sionista Mundial ocorreu.
1933
Em 30 de janeiro, Adolf Hitler se torna Chanceler da Alemanha. Ele expulsa judeus, muitos dos quais foram comunistas de posições governamentais da Alemanha. Como resultado disso, em julho os judeus realizam uma Conferência Mundial em Amsterdã, durante o qual eles exigem que Hitler coloque novamente cada judeu de volta à sua antiga posição.
Hitler recusa e como resultado disso, Samuel Untermyer, o judeu asquenazim que chantageou o presidente Wilson e agora o líder da delegação americana e presidente de toda a conferência, retorna aos Estados Unidos e faz um discurso no rádio, que fui transcrevido do New York Times, 7 de agosto de 1933, segunda-feira. No discurso ele fez as seguintes afirmações:
"...os judeus são os aristocratas do mundo... Nossa campanha é... o boicote econômico contra todos os produtos, remessas e serviços... O que estamos propondo... é realizar um boicote econômico puramente defensivo que irá minar o regime de Hitler e trazer os alemães de volta à lucidez ao destruir a exportação na qual a própria existência deles depende... ...Cada um de vocês, tanto judeus quanto gentios... Devem recusar negociar com qualquer mercador ou lojista que vende qualquer produtos feitos na Alemanha ou patrocina a marinha mercante alemã."
Como dois terços do suprimento de comida da Alemanha tinha de ser importada e só podia ser importada com o lucro do que eles exportavam, se os alemães não pudessem exportar, dois terços da população alemã iria morrer de fome, como não haveria comida suficiente para mais que um terço da população. Como resultado desse boicote, os judeus por toda a América iriam protestar e causar danos a qualquer loja em que eles encontrassem produtos com a frase "Feito na Alemanha" impressa neles, fazendo as lojas terem de recusar esses produtos ou se arriscarem a falir.
Quando os efeitos desse boicote começaram a ser sentidos na Alemanha, os alemães, que não tinham demonstrado violência contra os judeus até esse ponto, simplesmente começaram a boicotar lojas judaicas da mesma forma que os judeus fizeram às lojas vendendo produtos alemãos na América.
A IBM, financiada pelos Rothschild, fornece maquinas aos nazistas que produzem cartões perfurados para ajudar a organizar e administrar a identificação inicial e expulsão social dos judeus, a confiscação de sua propriedade e sua exterminação.
Em 16 de novembro, o presidente Roosevelt reconhece o regime sionista de Stalin na Rússia sem consultar o Congresso mesmo quando 8 mil ucranianos marcham em protesto em Nova Iorque.
Nesse ano também, o presidente Roosevelt, nascido de mãe judaica, portanto satisfazendo as regras asquenazim de ser judeu, ordena que seja colocado o olho-que-tudo-vê em todas as novas notas de dólar com a frase "Novus Ordo Seclorum". Em latim, significa "A Nova Ordem das Eras".
1934
As leis de sigilo bancário da Suíça são reformadas e se tornou um crime resultante em prisão para qualquer funcionário de banco que violar o sigilo bancário. Isso é tudo em preparação para a Segunda Guerra Mundial forjada pelos Rothschild, na qual, como sempre, eles irão financiar ambos os lados.
Edmond James de Rothschild morre.
1936
Para aumentar o antissemitismo na Alemanha, Samuel Landmon (naquele tempo secretário da Organização Sionista Mundial), em seu livro de 1936, "Grã-Bretanha, os Judeus, e Palestina", afirma o seguinte sobre a entrada dos Estados Unidos na Primeira Guerra Mundial:
"O fato de que foi a ajuda judaica que trouxe os EUA para a guerra ao lado dos Aliados casou rancor nas mentes dos alemães - principalmente nazistas -, e contribuiu em uma medida nem um pouco pequena na proeminência que o antissemitismo ocupa o programa nazista."
1938
Em 7 de novembro, o judeu Herschel Grynszpan assassinou Ernst von Rath, um oficial da Embaixada Alemã em Paris. Como resultado disso, a hostilidade alemã contra os judeus na Alemanha começou a se tornar violenta. O banco austríaco dos Rothschild em Viena, S. M. von Rothschild und Söhne, fecha após a ocupação nazista da Áustria.
1939
A I. G. Farben, líder em produção de químicos no mundo e maior produtora de ferro da Alemanha, dramaticamente aumenta sua produção. Essa produção aumentada é quase que usada exclusivamente para armar a Alemanha para a Segunda Guerra Mundial. Essa companhia era controlada pelos Rothschild e iria usar os judeus e outras pessoas desafeiçoadas como trabalho escravo nos campos de concentração. A I. G. Farben também criou o gás letal Zyklon B, que foi usado para exterminar os judeus.
Em 1 de setembro, a Segunda Guerra Mundial começa quando a Alemanha invade a Polônia. Isso aconteceu porque os alemães eram liderados por cristãos que entendiam que a Rússia Soviética era liderada por comunistas financiados pelos Rothschild, e eles temiam que a União Soviética se tornasse mais forte, e esses judeus comunistas iriam invadir e apagar os cristãos do mapa.
1940
Hansjurgen Koehler, em seu livro "Dentro da Gestapo", afirma o seguinte, sobre Maria Anna Schicklgruber, avó de Adolf Hitler:
"Uma pequena garota serviçal... Veio a Viena e se tornou empregada doméstica... Na mansão dos Rothschild... E o avô desconhecido de Hitler provavelmente deve ser procurado nessa magnífica casa."
Isso é suportado por Walter Langer em seu livro "A Mente de Hitler", onde ele afirma:
"O pai de Adolf, Alois Hitler, foi um filho ilegítimo de Maria Anna Schicklgruber... Maria Anna Schicklgruber estava vivendo em Viena no período em que teve o filho. Naquele tempo ela era uma empregada na casa do barão Rothschild. Logo que a família descobriu sua gravidez, ela foi mandada de volta para casa... Onde Alois nasceu."
De longe, pareceria improvável que Hitler era um Rothschild, mas, quando você descobre os benefícios que os Rothschild conseguiram com essa guerra, tanto financialmente quanto politicamente, uma conexão com os Rothschild não parece tão absurda quanto pode parecer inicialmente.
1941
O presidente Roosevelt coloca os Estados Unidos na segunda guerra, ao recusar vender petróleo ou aço para o Japão. O Japão estava no meio de uma guerra contra a China e sem aço e petróleo, o Japão seria incapaz de continuar aquela guerra. O Japão era totalmente dependente do aço e do petróleo americanos. Roosevelet sabia que essa ação iria fazer os japoneses atacarem os EUA, o que eles consequentemente fizeram em Pearl Harbor.
1942
Prescott Bush, pai (e em seguida avô) dos futuros presidentes americanos George Herbert Walker e George W., tem sua companhia tomada sob o Ato de "Troca Com o Inimigo". Ele estava financiando o Hitler a partir da América, enquanto soldados americanos estavam sendo mortos por soldados alemães.
Os judeus também estão sendo mortos pelos mesmos soldados. Interessante que a ADL nunca critica nenhum Bush por isso.
1943
18 de fevereiro, o sionista Izaak Greenbaum, líder do Comitê de Resgate da Agência Judaica, afirma em um discurso para o Conselho Executivo Sionista:
"Se me pedissem 'você pode dar dinheiro da UJA (Apelo Judaico Unido) para salvar judeus?', eu digo que não, e digo novamente que não!"
Ele ainda diria:
"Uma vaca na Palestina vale mais que todos os judeus da Polônia!"
Isso não é uma surpresa. Toda a ideia do suporte sionista para a morte de judeus inocentes era para assustar os sobreviventes e fazê-los acreditar que seu único lugar de segurança era Israel. De que outro modo você acha que os sionistas poderiam garantir que os judeus iriam deixar as lindas cidades europeias em que vivem para se assentarem em um deserto?!
1944
Em 6 de novembro, o ministro britânico residente no Oriente Médio, lorde Moyne, foi assassinado no Cairo por dois membros de um grupo terrorista, a Gangue Stern, liderada pelo futuro primeiro-ministro de Israel, Yitzhak Shamir. Ele também é responsável pela tentativa de assassinado de Harold MacMichael, o comissário superior do Mandato Britânico da Palestina, nesse mesmo ano.
Interessantemente ele também planeja nesse ano outro assassinato que seria bem-sucedido contra o representante das Nações Unidas no Oriente Médio, conde Folke Bernadotte, que, apesar de ter libertado 21 mil prisioneiros dos campos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, foi visto por Yitzak Shamir e seus colaboradores terroristas como anti-sionista.
Em Bretton Woods, em New Hampshire, dois outros bancos mundiais dos Rothschild são criados. O Fundo Monterário Internacional (FMI), e o Banco Mundial.
1945
O fim da Segunda Guerra Mundial. É relatado que as fábricas da I. G. Farben não eram alvos dos ataques de bombas na Alemanha. Interessantemente, no fim da guerra descobriu-se que elas sofreram apenas 15% de dano.
Os tribunais, que aconteceram no final da Segunda Guerra Mundial para investigar os crimes de guerra nazistas, censuraram qualquer material sobre a ajuda ocidental a Hitler.
Os Rothschild dão um enorme passo em direção ao seu objetivo de dominação mundial quando a segunda Liga das Nações, chamada de Nações Unidas, foi aprovada nesse ano.
1946
Em 22 de julho, o judeu asquenazim e futuro primeiro-ministro de Israel, David Ben-Gurion, ordena que outro judeu asquenazim e futuro primeiro-ministro de Israel, Menachem Begin, faça um ataque terrorista ao rei David Hotel na Palestina, para tentar expulsar os britânicos.
Como resultado disso, 91 pessoas foram mortos, a maior parte deles civis: 28 britânicos, 41 árabes, 17 judeus e 5 outros. Cerca de 45 pessoas foram feridas.
Menachem Begin orgulhosamente se auto-proclamou como "o pai do terrorismo moderno". Só para colocar a gravidade do ataque ao rei David Hotel em perspectiva, naquele tempo esse foi o maior número de mortos em uma única ação terrorista que já existiu, e só foi ultrapassado 40 anos depois pelo bombardeio do voo 103 da Pan Am sobre Lockerbie.
1947
A Inglaterra, que antes da Segunda Guerra Mundial declarou que não haveriam mais imigrações judaicas à Palestina para proteger os palestinos dos seus atos de terror contra eles e também contra os soldados britânicos, transfere o controle da Palestina às Nações Unidas. As Nações Unidas decidem dividir a Palestina em dois estados, um sionista e um árabe, com Jerusalém permanecendo como uma zona internacional para ser desfrutada por todas as fés religiosas.
Essa transferência foi marcada para acontecer em 15 de maio de 1948. As Nações Unidas não tinham o direito de dar propriedade árabe a ninguém, como de fato, apesar de os judeus possuírem 6% da Palestina naquele tempo, a resolução 181 garantia aos judeus 57% da terra, deixando os árabes (que naquele tempo tinham 94%) com apenas 43%.
This transfer was scheduled to take place on May 15, 1948. The United Nations had no right to give Arab property to anyone, as indeed even thought the Jews owned 6% of Palestine at that time, resolution 181 granted the Jews 57% of the land leaving the Arabs who at that time had 94% with only 43%.
Informação coletada pela ADL em suas operações de espião nos cidadãos dos EUA é usada pela Comissão de Selecionamento de Casa de Atividades não-Americanas. O presidente da subcomissão, Clare Hoffman, dispensa os relatórios da ADL sobre comunistas suspeitos como "boatos".
1948
Na primavera desse ano, os Rothschild subornam o presidente Harry S. Truman (33º presidente dos Estados Unidos, de 1945 a 1953) para reconhecer Israel (território sionista, e não judeu, pertencente aos Rothschild) como um estado soberano com os $2.000.000 que eles deram a ele para sua campanha política.
Então eles declaram Israel como um estado soberano judeu na Palestina, e dentro de meia hora o presidente Truman declarou que os Estados Unidos eram a primeira nação estrangeira a reconhecê-lo.
A bandeira e Israel é revelada. Apesar de tremenda oposição, o emblema na bandeira é a versão azul do "hexagrama vermelho" dos Rothschild. Isso irrita muitos judeus que percebem que esse hexagrama foi usada nas antigas religiões misteriosas como símbolo de "Moloch" (descrito como um demônio de sacrifício relutante e também, interessantemente, é o nome da coruja de pedre que a elite louva na Alameda Boêmia) e de "Astaroth" (descrito como o Lorde Tesoureiro do Inferno).
O hexagrama também foi usado para representar Saturno, que foi identificado como o nome esotérico para "Satã". Isso indica que qualquer um morto em nome de Israel na verdade é um sacrifício a Satã. Os judeus discordantes que acreditam que o "Menorah", o símbolo judeu mais antigo, deve ser usado, e também lembrar que o hexagrama não é nem um símbolo judeu, mas é claro que como os sionistas de Rothschild usam ele, ele é o que acaba nos Rothschild... quero dizer, sionistas... não, quero dizer bandeira israelense.
Nas primeiras horas de 19 de abril, 132 terroristas judeus da gangue Irgun, liderados pelo futuro primeiro-ministro israelense Menachem Begin, e da gangue Stern, liderados pelo futuro primeiro-ministro israelense Yitzhak Shamir, brutalmente massacram 200 homens, mulheres e crianças enquanto estes dormem pacificamente na vila árabe de Deir Yassin.
Após as Nações Unidas tornarem a Palestina um estado judeu independente e um estado árabe independente em 15 de maio, os israelenses lançaram um ataque militar aos árabes gritando pelos auto-falantes dos seus caminhões que se os árabes não fugissem imediatamente, eles seriam exterminados.
800.000 árabes, com a recente memória do massacre de Deir Yassin na vanguarda de suas mentes, fogem em pânico. Eles pediram ajuda dos estados árabes vizinhos, mas esses estados não se envolveram porque não eram páreos para os israelenses, cujos aparatos militares de ponta foram fornecidos pelo regime stalinista judaico na Rússia. Após esse ataque, os judeus agora controlavam 78% da antiga Palestina, ao contrário dos 57% que foram dados ilegalmente a eles pelas Nações Unidas.
Os palestinos, muitos deles cristãos, nunca receberam compensação pelas suas casas, propriedade e negócios roubados deles durante o ataque judeu ilegal, e essas pessoas acabaram em cidades faveladas de tendas para refugiados. Além disso, pelo menos metade dos palestinos em sua pressa para fugir, deixaram para trás suas certidões de nascimento. O estado de Israel então criou uma lei que apenas aqueles que pudessem provar a cidadania poderiam voltar para Israel, significando portanto que esses 400.000 palestinos não poderiam retornar e perderam toda a sua propriedade que deixaram lá.
O judeu asquenazim David Ben-Gurion, um dos pais fundadores de Israel e o seu primeiro-ministro inicial, sinceramente descreve os objetivos sionistas em seu diário (21 de maio de 1948), como vemos:
"O calcanhar de aquiles da união árabe é o Líbano. A supremacia muçulmana nesse país é artificial e pode ser facilmente derrubada. Um estado cristão deve ser colocado lá, com sua fronteira do sul no rio Litani. Nós assinaríamos um tratado de aliança com esse Estado. Então quando tivermos quebrado a força da legião árabe e bombardeado Amman, nós poderíamos exterminar os cisjordanianos, e depois disso a Síria iria cair. E se o Egito ainda ousasse fazer guerra conosco, nós iríamos bombardear o Porto Said, Alexandria e o Cairo. Nós devemos então terminar a guerra e teríamos pago o Egito, a Assíria e a Caldeia em nome de nossos ancestrais."
1949
Em 1 de outubro, Mao Tse Tung declara a fundação da República Popular da China na Praça Tiananmen, em Pequim. Ele é financiado pelo comunismo criado pelos Rothschild na Rússia e também pelos seguintes agentes dos Rothschild:
Solomon Adler, um oficial da Tesouraria dos Estados Unidos que foi um espião soviético; Israel Epstein, o filho de um judeu bolchevique preso pelo czar da Rússia por tentar fomentar uma revolução lá; e Frank Coe, um dos principais oficiais do FMI dos Rothschild.
1950
Israel cria a sua lei de retorno, garantindo que todos os judeus do mundo tenham o direito de morar no estado de Israel. Mas os palestinos, mesmo tendo vivido lá por 1.300 anos, foram negados a esse direito.
John Davitt, antigo chefe da seção de segurança interna do Departamento de Justiça diz que o serviço de inteligência israelense é o segundo mais ativo nos Estados Unidos, depois dos soviéticos, e, é claro, tanto Israel quanto a União Soviética são controladas por judeus asquenazim.
1951
Em 1 de abril, é formada a Agência Secreta de Inteligência Israelense, o Mossad, o qual acabaria aterrorizando o mundo. O lema do Mossad é provavelmente o lema mais nojento de um serviço secreto do mundo. Ele é:
"Pelo Caminho da Enganação,
Tu Irás Fazer Guerra."
1953
N. M. Rothschild & Sons criaram a Corporação Britânica da Terra Nova Ltda. para desenvolver 60.000 milhas quadradas de terra em Newfoundland, Canadá, o que compreendia uma usina hidrelétrica para usar o poder das Cataratas de Hamilton (mais tarde renomeada como Cataratas de Churchill). Naquele tempo esse foi o maior projeto de construção de uma companhia privada já visto.
1954
"O Negócio Lavon". Agentes israelenses recrutam cidadãos egípcios de descendência judaica para bombardear alvos ocidentais no Egito, e plantam evidências para culpar os árabes, em uma tentativa aparente de desordenar as relações entre os Estados Unidos e o Egito. O ministro da defesa israelense, o judeu asquenazim Pinhas Lavon, é eventualmente removido do cargo, mas muitos pensam que a verdadeira responsabilidade é de David Ben-Gurion.
Um microfone escondido colocado pelos israelenses é descoberto no escritório do embaixador dos Estados Unidos em Tel Aviv.
1955
Edmond de Rothschild cria a Compagnie Financiere em Paris.
1956
Grampos telefônicos são encontrados conectados a dois telefones na residência do adido militar dos Estados Unidos em Tel Aviv.
1957
James de Rothschild morre, e é dito (pela mídia dos Rothschild) que ele deixou em seu testamento uma grande quantia de dinheiro ao estado de Israel para pagar pelo seu prédio do parlamento, o Knesset. Ele diz que o Knesset deve ser:
"um símbolo, nos olhos de todos os homens, da permanência do Estado de Israel."
Na página 219 de seu livro "Contos da Aristocracia Britânica", L. G. Pine, o editor de Burke's Peerage, diz que os judeus:
"se tornaram tão intimamente conectados com a nobreza inglesa que as duas classes improvavelmente sofreriam uma perda que não seja mútua. Tão intimamente ligados são os judeus e os lordes que um golpe contra os judeus nesse país não seria possível sem machucar a aristocracia também."
Maurice de Rothschild morre em Paris.
1962
de Rothschild Frères estabelece a Imétal como uma empresa contratada para todos os seus negócios de mineração.
Frederic Morton publica o seu livro "Os Rothschild", em que ele afirma:
"Apesar de eles controlarem grande parte das corporações industriais, comerciais, mineradoras e turísticas, nenhum leva o nome Rothschild. Sendo sociedades privadas, as famílias nunca precisam, e nunca o fazem, publicar um único balanço geral, ou qualquer outro relatório de sua condição financeira".
Essa atitude revela o verdadeiro alvo dos Rothschild: eliminar toda a competição e criar seu próprio monopólio mundial.
Linha do tempo da família Rothschild - parte 1 (1743 - 1806)
Linha do tempo da família Rothschild - parte 2 (1808 - 1898)
Linha do tempo da família Rothschild - parte 4 (1963 - 2006)
Linha do tempo da família Rothschild - parte 4 (1963 - 2006)